segunda-feira, 30 de abril de 2007

Ajudem-me a salvar a Cátia Vanessa


Meus amigos, estou muito triste porque a minha Bonsai está a morrer!
Há cerca de um ou dois meses dirigi-me ao Ikea, como qualquer bom português que não tem nada de mais importante para fazer. Na área dos vasos e plantas deparei-me com ela, linda, imponente, brilhante. Foi amor à primeira vista!
Sem hesitações resolvi pegar nela e adoptá-la, até porque é das poucas coisas no Ikea que não vem desmontada. Resolvi dar-lhe o nome de Cátia Vanessa e aconchegá-la no meu regaço.
Coloquei-a num sítio estratégico, onde lhe pude oferecer todas as condições para crescer saudável. Cuidei dela, sempre receoso de a magoar, e reguei-a sem ser em demasia, falando com ela e ouvindo as suas bonitas histórias.
Com o tempo fui-me apercebendo que algo não estava bem. As folhas ficaram amarelas e caíram. Fiquei sem saber o que fazer. Punha mais água ou não? Punha-a ao sol ou à sombra? Cortava os ramos mais danificados? Um sem número de questões vagueavam pela minha cabeça.
Cada dia que passava a Cátia Vanessa ia-se desvanecendo. Resolvi ter uma conversa séria com ela, mas já não me ouvia. Ainda lhe contei uma ou duas anedotas e nada. Passei pela Net e coloquei no motor de busca: “ajudem-me a salvar o meu bonsai” e mais uma vez as respostas foram inconclusivas. Procurei noutras realidades a solução para este problema, optando por: “how to save my Bonsai” e mais uma vez, chapéu!Agora vivo na angústia de ver a Cátia Vanessa a perecer ao sabor do tempo, alguém que me ajude a salvá-la!

sexta-feira, 27 de abril de 2007

As irmãs tesoura e o capitão carisma


Pois é, hoje venho aqui dar uma palavrita de apreço aos scissor sisters, esses mesmo que muita gente diz "aaaaiiii eles são coiso e tal!!".

Passaram ontem dia 27/04 pelo nosso país para terminarem em beleza a sua digressão pela Europa e fizeram-no em boa altura, estive lá mais o nosso Espiga, e as nossas mulheres e foi, mais que um concerto, uma grande festa. É verdade, festa é a melhor palavra para designar o concerto que assistimos. Os rapazes e rapariga são devastadores em palco, têm uma energia contagiante e quer se goste quer não se goste, não se lhes consegue ficar indiferente.
São assim ou são assado isso é lá com eles, eles são mesmo é artistas, performers e músicos e fazem a sua tarefa de alma e coração e puseram um coliseu inteiro ao rubro e a transbordar de uma energia contagiante.

Como se sabe uma banda vive um pouco da imagem do seu líder e liderar uma banda num concerto perante uma multidão de gente exige carisma, firmeza e uma personalidade forte e o front-man (ou mais ou menos man) desta banda - Jake Shears - é um vivo exemplo disso mesmo, muita garra e uma energia extrema fazem deste rapaz uma espécie de capitão carisma desta banda, muito forte, muito boa presença e uma força levada da breca.

Em suma foi um excelente momento.

Uma ultima palavra para os Loto que abriram as hostes nesta noite e fizeram um concerto contido mas competente, sem deslizar e sabendo agarrar a plateia, plateia esta que em seguida se deixou guiar pelas músicas do dj que acompanha a banda na tourné que soube aquecer o público, fazendo um line-up que serviu para entreter a plateia enquanto se ultimavam pormenores e esteve muito bem, boa selecção, muito dancável, acabando com chave de ouro com os hinos, Blue Monday dos New Order e I feel Love da Donna Summer, deixando assim o coliseu a fervilhar para as irmãs tesoura.

AAAAhhhhh, quero apenas dizer, que sim! Sim o Espiga mexeu o esqueleto que se fartou, ena o rapaz estava maluco!!

A Bela e o Mestre

Estava eu em mais um divertido momento de zapping, quando se me falham as pilhas do telecomando e a emissão fica encravada na TVI. Como não estava a dar uma novela (devo ter tido uma sorte descomunal) estava a dar, pasme-se, um reality (que toda a gente sabe que, em inglês, é sinónimo de freak) show. Como aquilo era tão interessante, fiquei entretido a contar quantos ângulos de 90 graus as paredes da sala fazem até que, a certa altura, se gera ali um sururu à sul-americana. "Pera lá oh Ogre, que isto ainda vai dar molho". E deu, viram-se ali 30 segundos de uma das melhores chick fights que já tenho visto em televisão, com puxões de cabelo, reguadas e tentativas de estrangulamento dignas de um Colégio Católico Feminino (esta alusão foi só para trazer à memória a cena dos uniformes).

Quando vejo aquilo com mais atenção é que reparo que uma das partes envolvidas do serrabulho é, afinal, um gajo. Quer dizer, um gajo, um gajo, aquilo não era. Digamos que era um indivíduo do sexo masculino. No fundo, era uma gaja sem mamas.

Se já é triste terem a ideia de fazer um programa com não sei quantas gajas boas (que o são, há que dizê-lo com frontalidade) que são burras que nem umas botas da tropa, mais triste é haver gajas que se prontificam para ir lá. Ali só vão ficar "famosas" (durante cerca de 2 meses) pela inteligência que não têm. Se a ideia é mostrar que são boas, tirem umas fotos como a Carla Matadinho e têm todo o meu apreço.

No fundo aquilo devia chamar-se "A Mula e o Choninhas" já que os chamados "mestres" são fracas desculpas para homens. Qual é a finalidade de meterem numa casa 10 gajas boas com 10 totós? Se não é para as comer, o que é que eles lá estão a fazer? Ensinar-lhes quem é o Jorge Sampaio? A fazer contas de multiplicar? Para quê?! Depois do "programa" acabar vão tentar acabar o ciclo?!?!

quinta-feira, 26 de abril de 2007

cat stevens

Father
It's not time to make a change,
Just relax, take it easy.
You're still young, that's your fault,
There's so much you have to know.
Find a girl, settle down,If you want you can marry.
Look at me, I am old, but I'm happy
I was once like you are now, and I know that it's not easy,
To be calm when you've found something going on.
But take your time, think a lot,Why, think of everything you've got.
For you will still be here tomorrow, but your dreams may not.
Son
How can I try to explain, when I do he turns away again.
It's always been the same, same old story.
From the moment I could talk I was ordered to listen.
Now there's a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.
FatherIt's not time to make a change,
Just sit down, take it slowly.
You're still young, that's your fault,
There's so much you have to go through.
Find a girl, settle down,if you want you can marry.
Look at me, I am old, but I'm happy.
Son
All the times that I cried, keeping all the things I knew inside,
It's hard, but it's harder to ignore it.
If they were right, I'd agree, but it's them you know not me.
Now there's a way and I know that I have to go away.
I know I have to go.


Quem é que não se lembra de Cat Stevens hoje conhecido como Yusuf Islam??

Todos a cantar - Is note time tomake a change.......

25 de Abril quando calha!

Meus amigos blogueiros, ontem foi dia 25 de Abril. Infelizmente, por erro de cálculo, nasci uns anos depois de 1974, 5 anos para ser mais preciso, portanto não tenho a noção das diferenças do antes e pós 25 de Abril. Para mim e para as pessoas da minha geração, a vida foi sempre um "mar de cravos". Nascemos já com a liberdade e longe da opressão fascista que reprimiu Portugal ao longo de décadas. Contudo, tenho algumas coisas a apontar no que respeita ao 25 de Abril de 2007. O nosso Presidente da República afirma que cada vez mais as celebrações deste dia não passam da comemoração de uma efeméride, esquecendo o que representa a liberdade para o povo português. É difícil não concordar com estas palavras quando assistimos ao telejornal deste dia. Faço aqui uma breve síntese, por ordem de importância, das notícias dos principais telejornais:
1º - Abertura do Túnel do Marquês. Desta notícia fixei 3 elementos chave. Em primeiro lugar percebi porque é que os portugueses tiveram sempre, a par dos Quenianos, jeito para as maratonas, pois vi uma senhora com os seus 70 anos a correr que nem uma desalmada. Olhou para a câmara e disse “Eu é que vou chegar em primeiro lugar” e saiu num sprint digno dos jogos olímpicos. Notou-se que já havia muito treino, imagino os sprints que a mesma senhora não fez para os centros de saúde um pouco por esse Portugal fora. Em segundo, retenho que, ao contrário do primeiro-ministro, o país está repleto de Engenheiros, o que se comprova pelos sábios comentários de todos aqueles que se passeavam calmamente por baixo de toneladas de terra, mas que não hesitavam em inquirir: “isto não é nada seguro!!”. Em terceiro, os automobilistas que a todo o custo queriam ser os primeiros a passar pelo viaduto. Tenho a certeza que os coitados que passaram lá hoje em plena hora de ponta não ficaram parados apenas para contemplar a magnifica infra-estrutura.
2º - Abertura da Casa oficial do Primeiro-Ministro ao público: Aqui contive uma grande lição de moral, não é preciso ter grandes estudos nem ser Engenheiro, para se ter uma casa daquelas. Mais uma vez, lá estavam os portugueses, talvez os mesmos que passaram por baixo do viaduto, e que também aqui formavam uma fila interminável para ver a casa. Eles sentaram-se ao pé da piscina, eles contaram quantas pessoas se poderiam sentar na mesa de jantar, eles gostaram da decoração… Contudo, a meu ver, faltava um cão de loiça bem posicionado e a varanda deveria ser fechada com uma marquise, dava muito mais espaço à sala.
3º - 25 de Abril: Devia ter sido no dia 27 pois calhava a uma Sexta-feira, o que era bem melhor, porque ficávamos com um fim-de-semana alargado.

quarta-feira, 25 de abril de 2007

A sério este monhés são bem engraçados!

Ora vejam bem este clip, não que tenham sido gastos milhares em efeitos especiais, mas porque estes simpáticos monhés com cara de terroristas do islamabad são deveras divertidos.

A princípio ainda pensei que o rapaz ia pegar numa metrelhadora e chacinar tudo o que por ali andasse, mas depois dou com ele a fazer estas coreografias e a dançar daquela maneira...sacanas dos monhés têm coisas do catano!!!

terça-feira, 24 de abril de 2007

Deixem-se de rodeios!

Desde que os senhores da TV Cabo tiraram do Funtastic Life Experience o Fox e o substituiram pelo Nickelodeon, dou por mim a deambular por canais que raramente eram contemplados no chamado zapping.

Certa quinta feira ao início da noite chego até à Eurosport e, vá-se lá saber porquê, fico a ver um combate de boxe que, pela entrada apoteótica dos
boxeurs, prometia hematomas e/ou lanhos profundos num ou noutro sobrolho.

Entrei no espírito da coisa e fiquei atento à apresentação dos lutadores. Um deles era o Vladimir Lomanencko e o seu oponente o Emmanuel M'Tsumba.
Assim que começa o primeiro assalto, assiste-se a uma luta, como que pela sobrevivência, do comentador para nos fazer perceber quem é quem:

- "Do lado esquerdo do ecrã temos Vladimir Lomanencko, pugilista de calção branco com uma espécie de chamas vermelhas na parte de baixo do calção, o ucraniano está com a mão esquerda à frente o que indica claramente que é dextro, enquanto que à direita e de calção azul com uma risca vertical vermelha de lado e com uns debruados em tons dourados no cós do calção o pugilista da Guiné-Conacri, Emmanuel M'Tsumba, que calça botas pretas, enquanto que Lomanencko tem umas botas brancas."

Quando a pormenorizada descrição acabou já íamos a meio do segundo assalto e o M'Tsumba já tinha a cara feita num bolo.

Olhando para esta foto ilustrativa do (hipotético) combate em questão, acham mesmo que era preciso perder tanto tempo a tentar distinguir os dois atletas?
E a desculpa do "ah, ele tem de fazer render o peixe porque senão fica sem nada para dizer" aqui não pega. Todas as semana há gajos que fazem comentários dos jogos de futebol que não têm nada para dizer e não é por isso que andam ali a engonhar, a engonhar.

Por isso é que Mestres Comentadores Desportivos como o Toni trazem para o mundo do comentário desportivo expressões como: "Nélson fez um compasso de espera a ver se Simão fazia o overlapping" e "Na questão do esquema táctico das duas equipas, eu não quero aqui entrar em mind games, mas parece-me que coiso". Há que inovar! Fazer cenas diferentes!

domingo, 22 de abril de 2007

Na feira bem cedinho


Ora muito bem, hoje fui à feira bem cedinho, quer dizer, fui à feira por volta das 11h37m, mas tendo em conta que se trata de um domingo, ok, podemos considerar que foi bem cedinho.

Quando estava no dito local, constatei que "hoje a feira está boa", são palavras da minha mulher, "hoje a feira está boa", disse ela novamente e eu perguntei "hoje? Nos outros dias não está? Não é sempre igual? O quê? São as lonas que nos protegem do sol que são de melhor qualidade? São os megafones? Não existem peças de roupa contrafeitas?"
Pois a mim parecia que estava igual a todos os dias e todas as feiras, havias mães ciganas a bater em filhos ciganos, havia óculos riscados por 5€, havia roupa da Puma com um gato persa como símbolo, havia ciganos e ciganas que se aproximavam de nós e baixinho diziam "Quer DVD's?", ao que eu digo sempre "Não, pirataria prefiro fazê-la eu, ou também gosta que lhe limpem o rabo?". Será que estes ciganos querem esconder da policia que estão a vender dvd's ilegais? Sim os guardas não vão suspeitar quando os vêm a passear pelo recinto com um saco do lixo enorme, aparentemente cheio a segredar aos ouvidos de todas as pessoas que passam...naaahhhhh ninguém desconfia.

Outra coisa engraçada é que hoje finalmente percebi porque é que as feiras atraem tantas velhotas, sim estes recintos estão sempre pejados de senhoras de idade e na realidade estão lá porque se sentem mais novas, sim mais novas, pois os feirantes não se cansam de gritar "É a 1€ menina! É a escolher menina! Meninas venham ver! Meninas está a acabar!", e assim lá vemos as senhoras a saírem da feira a dizer "Ai amiga, hoje comprei uma sandálias da floribela, um top com caveiras, uma cassete do Micael, uma mala dos Luis Vitrom e uns óculos da arneta"

Como vêm hoje diverti-me à Bessa, agora vou ver o último filme do Scorsese, para ver se o senhor que estava à frente da câmera já saiu de lá para ver a porra do filme em condições.

quinta-feira, 19 de abril de 2007

O 50 da Carris - Um mundo paralelo

Hoje a minha palavra de apreço vai para os condutores da Carris, não para todos, mas essencialmente para os que conduzem o 50, ou melhor, o 750 (segundo a nova numeração). Todas as manhãs, em Benfica, apanho este magnífico transporte. Mal entro porta adentro sei que estou a entrar num mundo paralelo. È como se de repente, tudo em que acreditamos deixasse de fazer sentido, onde as próprias leis da natureza, como a gravidade, não passassem de meros acessórios desnecessários à vida humana, é o mundo do 50. Cada viagem é uma surpresa e tenho de estar sempre à espera do inesperado. Cada curva, travagem e aceleração provoca em nós os mais diversos sentimentos. Por exemplo, uma senhora hoje ficou com um sentimento de forte dor de cabeça, após o 50 ter travado bruscamente e ela ter embatido com toda a violência contra um vidro. Mas tudo é natural, o próprio comentário da senhora é o espelho dessa naturalidade, “Quase que não doeu! Já está bom!”. Ao ouvir isto, segurei-me melhor e pensei: “Porra!”. Bem sei que não foi um grande pensamento, mas foi o que me veio à cabeça. Mais a frente, durante uma curva apertada em que o condutor fazia questão de manter uma velocidade constante de 350Km/hora, outra senhora saiu disparada pelo corredor. Após algumas cambalhotas, dois pinos e um mortal encarpado à retaguarda, a senhora levantou-se, limpou as pernas e riu-se, dizendo: “Desta é que eu não estava à espera! Isto hoje anda tudo a cair!” e voltou a rir-se. Pensei cá para mim “Porra!” (eram 8 da manhã, não consegui pensar mais que isto) e agarrei-me ainda com mais força!Mas isto não é nada de novo, nem nada de extraordinário, é o mundo paralelo do 50 da Carris, como uma montanha russa, mas sem segurança. Os pilotos, desculpem, os condutores do 50, deixariam qualquer Carlos Sousa ou Schumacher parecerem uns aprendizes ao volante. O que é certo é que após cada chegada ao final da minha viagem exclamo sempre: “Porra! Sobrevivi!”

The Big Al’s Society (by Espiga)



Pois é, corro atrás do prejuízo, busco agora recuperar o tempo perdido, os textos que não publiquei, as oportunidades que desperdicei. Como tal aqui vai mais um.
Vivemos num país onde quem faz a noticia é quem pertence ao jet 7. Há uns meses atrás a grande bomba era o namoro da Elsa Raposo com um professor de surf, que por acaso era casado e ia ser pai, mas que nos intervalos das aulas de surf ia a casa da Elsa mandar umas ……….. valentes ……….. conversas. Depois num determinado programa da SIC, o referido senhor entrava em directo frequentemente para justificar os seus actos?!?!?! Não percebo! Certo dia, ficou-se a saber que a referida senhora estava grávida, de quem??? Ninguém sabe, nem mesmo o pretenso pai da criança que nunca chegou a nascer. Agora o senhor que toda a comunidade Jet 7 abominava é o namorado da Cinha Jardim, como todos sabem é uma das lideres do Movimento Jet Setiano, que se despede da sua cadela com um beijo na boca, mas recusa-se a receber o rapaz na clínica, mas que já assumiu o romance com o referido senhor, mas existe um amiga intima da Cinha que acolhe o senhor na sua casa, coitado deve ser um sem abrigo. Entretanto a Elsa Raposo, já está feliz com outro senhor, e pelo que consegui saber o tatuador também, pois a ultima prestação da casa vai ser finalmente paga. No meio disto tudo surge a notícia de que o Eng. Sócrates, afinal não é engenheiro, mas pergunto eu é relevante saber se o homem é ou não engenheiro? Ele é primeiro-ministro, ele tem o poder de ser o que quiser! Nunca ninguém irá saber a verdade. Poupem-me, a estas novelas. Continuando em busca da bela fofoca, uma revista explora a imagem do actor que fazia de Dino na novela “Morangos com Açúcar” com o seguinte titulo – A vida depois da morte. Fogo o que é isto, uma revista de bruxarias e tarot?? O rapaz morreu, a família sofreu horrores, porquê? Pergunto eu, continuam a fazer revistas com a imagem do rapaz!? Cambada de mórbidos. Resumindo, se os nossos políticos usassem as revistas cor-de-rosa, em vez de usarem os jornais, se calhar alcançavam melhores resultados eleitorais.
Acho que nunca tinha escrito a palavra "senhor" tantas vezes seguidas.