sexta-feira, 31 de agosto de 2007

As férias aqui do Pipes


Ora bem, como tinha que regressar, assim o fiz, portanto, cá estou e comigo trago algumas aventuras e considerações que prometo aqui deixar.


Assim, dou aqui inicio à rubrica "Pipes de vacancias", onde vos conto como foram os meus passeios por terras do Mickey e do Pluto, pelas praias do Algarve e pelas ruas de Espanha.


Obrigado Espiga pelo voto de boas férias...mas estás novamente acompanhado, o que pode ser bom...mas neste caso...uuhhnnnnn!!


segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Para mim, a frase do dia:


"Afinal temos que nos lembrar que as mulheres, ao contrário de nós homens, tem um defeito genético qualquer que faz com que, quando estão a ver televisão, continuem a pensar."


Há férias para todos os gostos...

As pequeninas para tomar um pouco de ar, as de duas semanas ou mais, que podem ter um carácter mais cultural, mais introspectivo ou simplesmente de “Dolce fare niente”. As minhas pertenceram a esta última classe, ficar de papo para o ar, sem nada em mente e com a única preocupação de comer e dormir. O pior é o regresso, o dia em que revejo toda a minha vida e me imagino a cavar batatas e a plantar tomates na pacífica terrinha ao som dos passarinhos e lot’s of no stress. Voltar ao trabalho deixa-nos de rastos. Preciso de férias.

domingo, 26 de agosto de 2007

Os docinhos da família Salgado

Esta semana o Expresso presenteou-nos com uma hilariante entrevista à mais boazinha boazinha boazinha das irmãs Salgado, triplamente boazinha porque a protagonista, a de nome Carolina é só boazinha boazinha duas vezes, competindo neste rating de bondade com nomes como a Madre Teresa ou Mahatma Gandhi.
O título anunciava o conteúdo ao excelente estilo 24horas - “Tenho medo da minha irmã”, uma citação de Ana Maria Salgado, a morena que se apresenta na capa de sorriso aberto e posição descontraída em poltrona laranja. De acordo com a revista Única , a entrevista permitiu à gémea Salgado atacar a credibilidade da irmã e lamentar que a ambição da Salgado loura a tivesse levado ao fim do romance com o “Sr Jorge Nuno”. Já no interior da revista e com uma fotografia igualmente inocente, à semelhança daquela que a irmã utilizou para capa do bestseller “Eu Carolina”, a gémea, que diz ser chamada de maluquinha pelo próprio pai, não deixa de anunciar o carácter manipulador e perverso da irmã.
Segundo a entrevistada, tudo começou no ventre materno, tempos ancestrais em que Carolina, a mais nova (5 minutos), veio ao mundo com menos peso e rejeitava o leite, o que abria um precedente de rejeição e desprezo que iria durar toda a vida, fazendo Ana Maria sentir-se eternamente responsável por aquele pequeno ser indefeso. Ajudou-a nos diferentes problemas epilépticos, quis afasta-la da má vida nas casa de alterne, incentivou-a nos estudos, capitulo em que chegou a pedir ao professor de Português que a chumbasse para que pudesse acompanhar os irmãos menos capazes. Um exemplo de puro altruísmo que me comoveu e levou às lágrimas. Já não se fazem pessoas assim.
Sem grandes problemas de consciência, aborda as questões de infidelidade da irmã para com o Sr. Jorge Nuno, sem deixar de anunciar que eram um “casal perfeito”, qual bela adormecida no “Calor da Noite”. No entanto, quando questionada sobre a envolvência dos Fernandos Madureira e Póvoa neste processo, a mais velha das irmãs gémeas invoca o tão relevante vocábulo chamado “intimidade”, uma palavra que neste panorama faz todo o propósito ou não fosse esta uma história de factos e figuras, não se diz, porque “Faz parte da intimidade de um casal”. São as intimidades...
Ao declarar que os problemas advieram da intromissão de Carolina na vida profissional do “Sr. Jorge Nuno”, a irmã morena deixa-nos um bombom literário digno dos maiores pensadores da língua portuguesa: “Vamos criar uma nova palavra “amadrinhou” a claque dos Super Dragões”. Este "amadrinhamento", do verbo amadrinhar e do pretérito-mais-que-perfeito amadrinhara acabou de se repercutir também no relacionamento com a irmã, porque para além de amadrinhar os fiéis seguidores do clube, decidiu amadrinhar o ordenado de Ana Maria. Situação que de acordo com estas declarações, só se desencadeou porque era frequentemente confundida com a irmã Carolina na loja onde trabalhava, “como somos parecidas, as pessoas iam à loja porque julgavam que era ela que lá trabalhava. Quando a Carolina soube não gostou. E disse-me que me pagava o ordenado para eu não ir trabalhar”.
Ao longo de 5 páginas de puro entretenimento novelesco, Ana Maria Salgado defende-se e faz algumas revelações, sem deixar de apelidar a irmã Carolina de mentirosa, impulsiva, contraditória, inconsciente, viciada, ousada, traidora, manipuladora, pouco inteligente e preguiçosa, “Não estou a agir por vingança. Gosto muito da minha irmã”.
Moral da história: O amor move montanhas.

Uma questão de nervos - Alma de campista


As férias chegaram ao fim. Depois de vir do campo, fui acampar para perto da praia de Odeceixe.
Sim, sou um campista. Contudo, por mais que tente, nunca conseguirei assimilar aquele espírito comunitário.
Tive a “sorte” de ficar num lugar estratégico, ladeado por um grupo de espanhóis “divertidos” e por um campista dos puros, dos que gostam de fazer tudo em comunidade.
O grupo de espanhóis, liderados por um tal de “Raúllll”, mostraram rapidamente a sua alegria. Passavam alguns minutos das quatro e meia da manhã quando o famoso Raul entrou aos berros no parque. Alcoolicamente “satisfeito” mostrava a sua poderosa voz, arrotos e outros sons que não consegui identificar. A festança era das grandes, e apesar de normalmente paciente, quis demonstrar o meu descontentamento . Para tal, utilizei um dos mais antigos códigos campistas, o chamado “abrir e fechar da tenda” como que a dizer: “E que tal fazerem pouco barulho, são cinco da manhã e existem aqui pessoas que querem dormir”. Esta acção teve um efeito imediato, apesar do estado alcoolizado, Raul compreendeu, e por alguns momentos fez-se silêncio.
Voltei a dormir.
Passada meia hora, o nosso amigo Raul volta a fazer das suas. Sempre com a sua voz colocada, voltou a acordar-me, não só a mim, como também ao resto do parque. Ao que parece, a conduta campista neste tipo de situação passa por não fazer nada. É então que a minha tenda volta a abrir e a minha mais que tudo, solta um forte “não vêem que são 5 da manhã!”. Raul mostrou-se inabalável face ao confronto directo, e decidiu deslocar-se da sua tenda para a casa de banho. No caminho tropeça na tenda do nosso amigo “campista dos puros” e cai literalmente sobre a mesma. Foi neste momento que pensei, “agora é que alguém vai colaborar connosco e vai finalmente ouvir-se uma repreensão alheia”. Contudo, para grande surpresa minha, o que ouvi foi algo como: “Então amigo, tu não estás bem. Precisas de ajuda? Tens é que te deitar...”. Para mim foi como que uma lição do que é ser campista. Apesar do caos que se estava a gerar graças ao nosso amigo Raul, o verdadeiro campista mostra sempre a sua compreensão e inter-ajuda. Esta era uma situação que requeria a máxima colaboração e a simpatia de todos. Acho que a solução para a paz no mundo está no parque de campismo. Se todo o mundo partilhasse este espírito, o médio oriente seria um paraíso.
Meia hora depois, chega um grupo de jovens que tinha acampado mesmo ao nosso lado durante a tarde. Às 5h30 da manhã, enquanto o Raul se deliciava com um bom momento de gregório nos balneários do parque, os mais recentes moradores compensaram-nos com uma sinfoneta campal integrando um excelente quarteto de sussurros, risinhos, fechos persistentes e uma excelente batida de enchimento de colchão ao ritmo do um bom rebolar e roçar nos diferentes plásticos da tenda. Foi aqui que tivemos que colocar em prática a mais ancestral das técnicas de silêncio -“o shushing”. Do interior da minha velhinha tenda canadiana saiu o mais belo “shhhhhhhhh”. O que me tornou no mais aclamado “shusher” da noite. A minha tenda comparava-se a um país que se preparava para entrar em conflito com todos os que lhe faziam fronteira.
Na manhã seguinte a tensão era grande, como na guerra fria. À pala de uma beata que me queimou a manta colocada em frente à tenda e de uma noite mal dormida, decidimos fazer a vida negra ao inimigo. Naquela manhã solarenga deu-se inicio a uma nova fase deste conflito. Das nossas trincheiras fizeram-se ecoar rajadas de assobios, bombardeios de gritos de comando e o roçar insistente dos sacos de plástico mais enervantes da história dos conflitos mundiais.

Foi uma manhã épica.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

The Big Al’s Society (by Espiga)

Comentando um dos assuntos que está na ordem do dia, gostaria de exprimir toda a minha repulsa sobre o acto levado a cabo por um grupo de ecologistas. Acto esse de tremenda loucura, ou melhor de autêntica contradição. Ora vejamos, os ecologistas, são por norma pessoas que defendem a paz, a boa onda, a natureza e outras coisas que tais, certo? Então são adeptos da não-violência, certo? Então que grupo ecologista é este que invade uma propriedade privada e começa a destruir milho?!!? O milho não é natureza? A violência é agora uma das imagens de marca dos ecologistas? Ou será que resolveram juntar-se ao grupo dos integrados na sociedade, que resolvem tudo à porrada, aqueles que eles tanto gostam de criticar!? O que mais me perturba é os argumentos que se usam agora: - Graças a essa acção, toda a classe politica fala do assunto. Que boa resposta! Que belo argumento. Então quer dizer que um assaltante rouba uma casa, mata a família que nela vive, é um acto justificado porque põe a opinião pública a falar dele?! Tenham santa paciência, parecem os miúdos do infantário a desculparem-se com os actos dos colegas. Existem políticos com lugares de responsabilidade a declarem a sua “simpatia” com o acto? Ò meu amigo, e se lhe assaltarem a casa, você vai oferecer um whisky ao assaltante? Tenham respeito por aquilo que tem dono, vivemos numa democracia e não numa anarquia, peguem num dicionário e leiam o significado de propriedade privada, cambada de incultos. Se o agricultor tivesse respondido com tiros de caçadeira, era considerado um monstro, este arraçados de burros partem tudo, são uns revolucionários. Metem nojo. Era obriga-los a plantar tudo novamente, para verem o que custa o trabalho do campo, ou pensam que é como enrolar uma ganza……….

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Férias


Pois é, estou sozinho com o blog. Dos quatro elementos que constituem este cantinho, apenas eu, estou a trabalhar. E agora? Dizem que é o primeiro sinal de depressão...... sentir-me abandonado. Ai vida malvada.
Não fiquem já contentes porque ao que parece eles vão voltar a escrever aqui. Ao Trepas, ao Ogre e ao PiPes, umas boas férias.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

The Big Al’s Society (by Espiga)

Hoje trago-vos aquela que para mim é um dos maiores mistérios do mundo moderno. A Sanita. Quem terá desenhado a patente inicial? Quem terá feito os testes ao protótipo? Quem limpou os vários testes? Nunca pensaram nisso?! Este fim-de-semana tive, talvez a pergunta mais problemática de todas: - Quem é que decidiu o tempo que autoclismo fica a correr?

Eu acho fantástico que quando puxo o autoclismo, ele fica a trabalhar o tempo necessário para que o elemento estranho abandone a sanita. (Grande parte das vezes) Quando era mais pequeno, pensei na teoria do sensor, mas essa teoria foi desfeita quando vi uma sanita partida. Logo de seguida pensei, será um interruptor de pressão? Negativo tal material, não consta nas peças de uma nova sanita. Depois, veio a teoria do “timer” dentro do autoclismo também foi desfeita, depois de ter problemas com um lá em casa, presenciar um pedreiro a arrebentar com a parede lá do WC. (Aprendi muita coisa, acreditem) Acabei por voltar à estaca zero, quem terá decidido qual a quantidade exacta de água para um autoclismo?

Gunther o Camarinha do euro-dance

Só há pouco tempo me familiarizei com este fenómeno que é o Gunther, mas devo dizer que isto causa mazelas!!!

Então este rapaz é uma espécie de camarinha do euro-dance. Topem a pinta do senhor, este estilo aliado a todo um ambiente erótico faz com que as músicas do rapaz passem para segundo plano e ainda bem que passam...assim podemos fingir que não as ouvimos.

A sério, ouçam e tentem pesquisar este fenómeno Gunther, vam ver que não se vão arrepender e ainda vão rir a bom rir!!!

domingo, 19 de agosto de 2007

Uma breve nota


Já agora, vim da serra e vou para a praia. Mas há imagens que valem mais que mil palavras...