Em forma de analise aqui vai o 2007. Foi um ano relativamente calmo a meu ver, daqueles que não aquece nem arrefece, um ano insonso. Alguns pontos se demarcam neste ano que findou, a viagem dos Lobos à prova senhora do rugby, orgulho nacional ao mais alto nível, só foi pena o governo esquecer-se de comprar os direitos de transmissão, realmente quem é que se importa com a única equipa amadora a competir na fase final do campeonato do mundo de rugby? Ou com o facto histórico que estava a acontecer? Acho que não existiu respeito, e neste país regido por incompetentes e analfabetos reinou sim mais uma vez a inépcia de uma estado que de direito tem muito pouco. O caso Mcaan, pois é milhares de crianças desaparecem no mundo diariamente, mas quando isso acontece em Portugal, a um casal inglês com amigos importantes no governo britânico é notícia mundial, porquê? Pergunto eu! Se nós somos um país de terceiro mundo como os britânicos gostam de dizer porque vem eles cá passar férias? Vêm caçar? Mais uma vez o governo português aplica a governação avestruz, enfiar a cabeça na areia, e espera que passe a tromba de água, eu não sei por vós mas eu sinto-me completamente seguro com este governo. Eu tenho pena que no mundo ainda existam pessoas capazes de magoar crianças, e acho que o castigo para essas pessoas é a morte, mas achei que os britânicos nos espezinharam um pouco demais? Pegando neste caso irei fazer uma sublime ponte para o outro ponto, futebol britânico. Pois é o país que reclama a invenção do futebol não vai ao Euro 2008! Ver-go-nha! O nosso José Mourinho, deixou o Chelsea, as razões que levaram o dono do clube a ter esta atitude, nunca ninguém saberá, mas a verdade é que o Chelsea FC vai sofrer. E para começar o ano nada melhor do que adiar aquela que é sem dúvida nenhuma a melhor prova de todo terreno do mundo; Lisboa Dakar. Será que se a prova começasse em Paris o governo francês também exerceria esta pressão sobre a organização? Nós somos pequenos, nesta Europa rústica e por muitos anos que vivamos nunca haveremos de ser a pedra na engrenagem, ao contrário da Polónia que ainda agora se “abriu” à democracia e já tem mais peso que nós na Europa. Resumindo, um ano onde a diferença não existiu, apenas a tristeza se manteve, o desemprego, a diminuição do nível de vida e a triste realidade de sermos os patinhos feios da Europa. Sabe bem olhar para o futuro!
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Em 1980 Ogre resolve ir viver para Nova York, após aceitar o convite do seu amigo John Lennon para fazer parte do seu novo projecto musical. Iria saber-lhe bem novos desafios, depois de uma relação fracassada com a IBM. A sua amizade com John Lennon, remonta aos tempos dos Beattles, numa deslocação a Liverpool para tratar de uns assuntos pessoais, Ogre acaba por conhecer os 4 fabulosos num restaurante da alta, duma forma algo caricata. Ogre desloca-se à casa de banho para lavar as mãos (vicio irritante) e quando estava a ensaboar as mãos, ouve alguém no compartimento da retrete a pedir papel. – Estranho! – Pensou ele, mas cheio de boa vontade tirou o rolo da retrete ao lado e passou-o ao aflito rapaz que implorava por papel, parece o PiPes, sempre no “trono de porcelana”. O aflito rapaz era nada mais, nada menos do que o John em pessoa, como forma de agradecimento, Ogre acabou por jantar com os 4 fabulosos de Liverpool. A amizade cresceu e daí até às sardinhas na Caparica foi um estante, Ringo adorava pimento na brasa, enquanto o Paul era maluco por salada de pepino, o George esse era mais reservado, mas adorava a broa da padaria central. Voltando a 1980, Ogre muda-se para Nova York, para o edifício Dakota, bem ali em frente ao Central Park. Mas como seria de esperar, o charme de Ogre, fez mossa em Yoko, e não tardou que os dois se enrolassem numa tórrida paixão. Na noite de 8 de Dezembro, John regressa de uma reunião, mas chegando a casa repara que Yoko não se encontra, resolve ir bater à porta do seu amigo Ogre. O escândalo rebenta, os dois estavam a brincar às guerras, Ogre estava vestido de militar americano, Yoko de vietnamita, John ficou desesperado, uma dupla traição, o amigo e a mulher, John pega na arma e corre para a rua a gritar: - I’m a Hornman! Quando chega à rua um fã corre na sua direcção para lhe pedir um autógrafo, mas ao reparar que John se queria suicidar tenta tirar-lhe a arma da mão que acaba por disparar, atingindo John, o fã foi acusado de homicídio. Quanto a Ogre, esse foge para a Austrália para criar cangurus.
Hoje em dia a história é bem diferente mas também ninguém quer saber da verdade.
A todos os leitores e amigos do Cone um Santo e Feliz Natal, encontramo-nos depois do Natal.
Hoje em dia a história é bem diferente mas também ninguém quer saber da verdade.
A todos os leitores e amigos do Cone um Santo e Feliz Natal, encontramo-nos depois do Natal.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Lentamente corria o ano de 1174, Trepas e PiPes estavam em Itália a trabalhar numa torre que serviria para albergar os sinos da Catedral de Pisa. Trepas estava numa fase muito introspectiva, escrevia poemas, vestia t-shirts com a foto do Che e acaba todas as suas frases com a palavra: - Bolabamga. O PiPes, esse andava sempre com uns óculos de massa (inventados a 1284), uma camisa branca, no bolso da frente um molho de canetas e o cabelo sempre bem penteado com um risco ao meio. Tinham ganho a oportunidade de construir uma torre, quando abriram um ovo kinder, chamados pelo governo italiano aceitaram logo o convite. Albergados numa pousada da juventude passavam as noites junto dos jovens da época (que não eram muitos, porque os jovens só foram inventados mais tarde) a conversar das riquezas que existiam no nosso país, o Trepas tinha sempre uma forma muito emotiva de conversar, o que lhe valeu três pontos na nuca, o PiPes esse gostava apenas de se sentar a um canto a fazer cálculos para a torre. A construção correu bem até aos primeiros três andares, porque o PiPes perdia as noites a fazer cálculos, mas certa noite estava o Trepas já deitado, quando se começam a ouvir uns gemidos, PiPes curioso procura os óculos e veste o seu roupão do Winnie The Pooh (inventado em 1926) e vai em busca dos misteriosos vagidos, percorre o corredor até ao fim e detém-se frente a uma porta entreaberta, através da fresta ele consegue ver dois corpos entrelaçados, mas era estranho, era algo que ele nunca tinha visto, duas mulheres suavam, gemias, entrelaçadas enquanto faziam um bailado mágico que deixou o PiPes acelerado e nervoso, ele tinha que entrar, ele tinha que fazer parte daquele bailado. Ganhou coragem e entrou, a duas mulheres envergonhadas, perguntam – Fazíamos demasiado barulho? – PiPes retorquiu – Não, também posso entrar? – Claro! Elas calmamente começaram a explicar-lhe como funcionava aquele estranho bailado, que mais tarde se veio a chamar de “Twister” um jogo que envolve um tapete com cores. Depois dessa experiência, PiPes nunca mais perdeu as noites a fazer cálculos, perdeu-se sim a jogar aquele jogo com o Trepas e as amigas, isto explica a inclinação de 5 graus na torre de 56 metros a construção terminou em 1350, e hoje em dia graças à falha do PiPes a Torre de Pisa afunda-se em média 20 mm por ano. Com as obras de recuperação que estão a ser feitas na base prevê-se que em 2250 a Torre esteja completamente na vertical, quanto as os nossos heróis regressaram a seu Portugal para evitarem o linchamento, mas na bagagem traziam uma nova forma de passar as noites, os habitantes de Pisa esses ficaram com o pesadelo que lhes assombra as noites: - Será que é esta noite que a Torre cai?

terça-feira, 18 de dezembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Natal, época de paz e amor, surgem muitas das vezes acções por parte das grandes entidades privadas que são de louvar. Desta vez vou falar da acção “Pão para todos”, levada a cabo por um banco privado espanhol. A minha esposa ofereceu-se como voluntária e eu como bom marido que sou acompanhei-a. A acção decorreu na Alameda Afonso Henriques, em frente à fonte, uma tenda, um palco, algumas mesas, muito pão e muito chocolate quente, para quem quisesse, o preço. 0€. Deu para ver um pouco de tudo, desde do sem abrigo, do maluquinho, do velhote que não tem companhia para conversar, o estudante e o mais assustador a classe média que vai ali para comer de graça. A verdade é que existe muita gente a passar necessidades e que irão continuar a passar porque a conjuntura social assim o impõe, mas esses são os primeiros a admitir que precisam de ajuda e estas iniciativas deveriam ser regulares de forma a conseguirem apaziguar de certa forma a estratificação das nossas classes sociais. Voltando ao dia, estive lá desde às 17H30 até às 22H, e entre um bolo rei acabadinho de fazer e um chocolate quentinho que me aqueceu a alma, tive tempo para assistir aos espectáculos que decorreram, um grupo de miúdos de seu nome “The Rumblers” (peço desculpa se não está bem escrito) que interpretavam música dos anos 70, versões dos Led Zepelim muito boas, um baterista fantástico e uma vocalista muito boa também, depois veio a Tuna da Internacional, pois é basicamente precisavam de cerveja e não chocolate quente para cantar, por fim um grupo de danças urbanas os “Formula Armada”, cinco rapazes que dançam nas horas do caraças, são fantásticos dançarinos, numa altura que se fala tanto em violência nos bairros desfavorecidos, ponham os olhos nestes miúdos e ajudem-nos da forma que conseguirem porque eles merecem. Formula Armada.
Tenho pena que o natal dure tão pouco tempo.
Tenho pena que o natal dure tão pouco tempo.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Imaginem que estão perante um texto do Lauro Dérmio.
Hoje vou falar de um dos meus realizadores favoritos: - John Carpenter, realizador de filmes como: “The Fog”; “Christine”; “Vampires”; “Halloween”, etc, não é um realizador da alta roda de Hollywood, pelo contrário, sempre foi um realizador modesto e de pouca visibilidade, conciliando o seu conhecimento de musica com a realização conseguiu, criar as suas próprias bandas sonoras, isto torna o filme ainda mais perfeito, criando um efeito de total ligação entre as imagens e música. Um dos filmes mais populares é sem dúvida “Christine – O carro assassino”, um Plymouth Fury assombrado, ora para quem aprecia o mundo automóvel consegue imaginar-se no papel do actor principal muito facilmente. Outro dos títulos que aconselho é “The Fog”, uma óptima história, mais um filme que deve ser visto numa daquelas noites de mau tempo em casa, de preferência junto do mar, a historia fala de uma aldeia prestes a cumprir 100 anos de existência, que levada pela ganância de seis importantes homens do passado da aldeia terá afundado um navio mercante, só para recuperar o ouro, a partir daqui aconselho-vos seriamente a ver o filme, aqui fica a minha sugestão para as noites frias de Dezembro, e reparem na ligação que existe entre música e imagem, é fantástico. Aconselho.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Mais um ano, mais um jantar memorável. Este ano a LJI e o Cone foram até à margem, “Onde tudo acontece e o dia pode ter 48 horas”, fomos até ao Porto Brandão, ao Restaurante Porto Sentido. Posso adiantar-vos de que o restaurante é muito bom, boa comida, bom serviço e boa gente. Fomos muito bem tratados, comida não faltou, bebida também não, só foi pena não termos conseguido comer tudo o que nos trouxeram para a mesa. Mais uma vez fantástico, o serviço e a qualidade, o Cone aconselha. Quanto ao jantar de Natal mais uma vez foram distribuídos os prémios anuais aos elementos que mais se distinguiram na nossa organização, entre eles, o prémio “Arrebenta Radares” entregue ao PiPes, o prémio “Melhor Fuga Devido a Falsificação de Passe” entregue ao Trepas, ausente em Nova Iorque, “Melhor Rede Clandestina de CD’s” entregue ao Ogre e o meu “Melhor Helireportagem”, entre outros. Fica também uma palavra de apreço ao PiPes pela logística que preparou para a entrega dos prémios. Para todos os outros que de uma forma ou de outra nos ajudam diariamente a manter o sonho vivo, um muito obrigado. E um Santo e Feliz Natal.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Dia a pós dia questiono a minha existência. Não dessa forma que estão a pensar, até porque gosto muito de viver, sou um daqueles que já esteve no corredor da morte e acabou expulso (ainda bem), mas sim numa vertente profissional. Eu sou como muitos milhares de portugueses, trabalhador por conta de outrem, mas não vivo obcecado por esse facto não escondo a minha vontade de vir a ser um aristocrata que viva só dos juros bancários, mas sei que também tenho que contribuir um pouco para a sociedade. A minha questão prende-se apenas com o facto de eu trabalhar num jardim-escola. É verdade, alguns dos meus colegas de trabalho tem a mentalidade de crianças de 4 anos, se bem que alguns são adolescentes, a verdade é que muitas das vezes vejo-me no meio de guerras inter-departamentais sem ter grande conhecimento de causa. Ora eu até compreendo que existam divergências, mas do género que eu assisto é algo bastante infantil e muitas das vezes completamente despropositadas. Eu sei que todos querem fazer boa figura, especialmente no fim de cada ano, mas esquecem-se que os peões são os operários do crescimento, sem peões não há mão de obra para levantar paredes, se não há paredes não há obra para mostrar! E hoje em dia da forma como se encontra a conjuntura socioeconómica, é mais fácil encontrar um mercenário do que alguém que seja leal à nossa causa, eu completo 9 anos de dedicação à minha empresa e se existe algo de que me orgulho é do facto de nunca ter prejudicado a minha empresa de forma premeditada, sempre respeitei e defendi o orgulho de representar tão nobre instituição, mas a empresa foi crescendo, e novas mentalidades foram-se infiltrando no interior, destruindo a mística, o companheirismo e especialmente a confiança. É impossível combater isso, eu sei, mas eu já dei tanto a esta empresa que muitas das vezes pergunto: - Será que alguém repara?
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Lá fomos novamente visitados por um ilustre ícone da humanidade. A seguir a Vladimir Putin, chegou a vez do senhor Hugo Chavéz. Eu neste campo considero que o nosso primeiro ministro esteve muito bem (a direcção deste blog recusa qualquer responsabilidade sobre este comentário) já que convidando o senhor Hugo Chavéz para jantar, ele irá certamente ficar a saber onde fica Portugal, e assim quando rebentar a guerra entre a Venezuela e a Espanha temos grandes probabilidades de não levar com as bombas venezuelanas. O senhor chegou, jantou, assinou o acordo e partiu para Cuba, ora aqui temos aquilo que se chama uma visita de médico. Graças aos nossos contactos, ficamos a saber que em Paris Hugo Chavéz terá dito: - Agora vamos para onde? Quero jantar antes de ir para Cuba, tenho aqui a minha barriga a dar horas. – A resposta veio: - Senhor presidente, quer ir a Espanha comer umas tapas? – Resposta brusca – Porque não te calas? Em Espanha nem pensar, vamos ao outro país pequeno, ao lado comer um cozido! – Mas senhor presidente não tem euros, já gastamos tudo no Moulin Rouge! – Não faz mal paga-se com petróleo. – Assim foi! Ontem Portugal recebeu mais uma visita histórica deste mundo que gira sobre ele mesmo e à volta dessa grande central de energia que se chama Sol. Estou tentado a criar um site de apostas, para tentar adivinhar qual o próximo líder a visitar Portugal, mas atenção, não pode ser daqueles bonzinhos, têm que ser daqueles “Bad to the boones”!
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Hoje estou novamente muito saudosista, talvez derivado ao tempo que estive parado na A5, hoje de manhã. O meu pensamento arrastou-se até 1982, quando os meus pais compraram um Toyota Starlet por 500 contos, ora em 82 devemos estar a falar de algo muito próximo dos 1500, 1600 contos para os dias de hoje. Lembro-me que o meu pai foi comigo a Castelo Branco buscar o carro. Amarelo, cheirinho a novo, que nostalgia desse momento. Parece que o estou a ver à porta do stand a brilhar por todos os lados, aquele simpático carro, sem jantes especiais, sem vidros eléctricos, air bags ou ABS, e com um rádio que só tinha FM e AM. Era para mim o carro mais bonito que alguma vez tinha visto, ainda hoje e apesar de já ser proprietário, sinto saudades daquele pequeno carro, com ar patusco de cor berrante, que tinha como velocidade máxima 140 km/h. Lembro-me que a viagem do stand até casa foi algo que nunca mais irei esquecer, tantos botões para mexer, um banco que se deitava, fantástico. Hoje quando passo junto de uma sucata, rezo para que o seu fim não tenha sido igual ao de milhares que lá se encontram empilhados e que já foram a alegria de alguém. Hoje os meus pais têm um carro que fala, eu tenho um carro que me avisa de presença de gelo na estrada, e de certeza que todos vocês tem um carro com air bag, mas a verdade é que a tecnologia de hoje será a antiguidade de amanhã, e aquilo que hoje nos é impingido como ultimo grito, amanhã será o grito do Ipiranga. Tenho pena que a evolução dos tempos faça baixas, e que atire para o “esquecimento” aquilo que em tempos nos deu tantas alegrias.

terça-feira, 6 de novembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Tenho um hábito matinal. Ler a imprensa diária informaticamente. E hoje enquanto navegava na auto-estrada da informação, li algo que chamou a minha atenção. Cristóvão Colombo era português! Segundo a investigação levada acabo pelo historiador Manuel Rosa, o referido navegador era um “infiltrado” português na corte espanhola. Ora isto é altamente conspirativo, quer dizer que as conquistas espanholas são uma autêntica fraude, fazendo de nós os maiores de sempre em conquistas, o.k que isso já lá vai, mas pudemos humilhar os nuestros hermanos um pouquito!? É certo que eles nos humilham diariamente com os seus ordenados, o seu preço dos combustíveis, o seu poder de compra, etc. Mas nós agora pudemos por a língua de fora em direcção a um espanhol e dizer: - O Colombo era português! Toma, toma! Voltando à notícia, segundo o historiador, foi encontrada uma carta de João II dirigida a Cristóvão Colombo, onde o Rei se dirigia ao navegador como “amigo”. Ora isto é uma prova cabal, de que a nacionalidade do navegador era portuguesa?! Eu pessoalmente quando falo com os estrangeiros, nunca os trato por amigo, porquê? Porque não são portugueses. É importante esclarecer estas dúvidas que assolam a historia portuguesa, pelo que ouvi dizer, parece que o Neil Armstrong também era português, porque quando estava a embarcar na nave disse baixinho a um varredor da Nasa, açoriano: -“Até logo, amigo!” fazendo de nós conquistadores do espaço também, já para não falar das raízes do senhor Roald Amundsen, o primeiro homem a chegar ao Pólo Sul, que quando chegou a casa a primeira coisa que disse ao seu vizinho do 1ªesq, foi: - Como vai amigo?
Cumprimentos
Cumprimentos
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Vou pegar num assunto muito pouco explorado. O Caso Mccann. Bom assunto, não!? Após de meses e meses de autentico bombardeamento dos média, cheguei a uma conclusão. Acho que deviam trocar os inspectores da judiciária por técnicas de limpeza (senhoras da limpeza). Não me parece que seja da competência dos inspectores, limparem a “merda” que os media ingleses andam a fazer na investigação. Eu sou defensor da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa, mas considero que os jornalistas ingleses estão a passar das marcas. Onde já se viu a falta de respeito que tem demonstrado diariamente para com os portugueses!? Tenham santa paciência, um povo que começa a beber cerveja logo de manhã, que credibilidade espera ter junto do resto do mundo? Aquilo é povo para andar constantemente bêbado, para eles uma ovelha é o mesmo que uma vaca. Eu considero que, num crime deste tipo, todos são suspeitos, sejam os pais, sejam os amigos seja quem for, mas a partir do momento que existe o desaparecimento de uma criança todos são suspeitos, e considero que esta teoria deverá ser assumida sem qualquer tabu. Apenas um reduzido numero de pessoas sabe realmente o que se terá passado naquele dia. Tenho pena da criança e enquanto pai sinto muita tristeza em saber que existem pessoas capazes de magoar ou fazer sofrer crianças, a essas pessoas deixo-lhes aqui um conselho: - Curem-se seus retardados, vocês são a porcaria por baixo dos vermes, o vosso castigo deveria ser espetarem-vos chaves de fendas nas rótulas ou arrancar-vos as unhas com um alicate. Gostaria só de salientar de que “os nossos portugueses” desaparecidos ninguém quis saber deles, ainda existem muitas crianças portuguesas desaparecidas, e essas foram realmente raptadas. www.ruipedro.net
terça-feira, 11 de setembro de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)

Hoje estava eu a desfrutar de um belo repasto junto do meu amigo PiPes enquanto na TV passava o programa “Fátima Lopes”. Programa de qualidade, para quem já teve a sorte de ver esse programa sabe que em rodapé vão surgindo umas mensagens que são enviadas por sms. Uma hoje chamou a minha atenção, dizia o seguinte: - “Fernando José vêm a casa recebemos uma carta do hospital para tu lá ires, deve ser urgente.”. Ora bem, vamos ter um momento de reflexão. (…)?!?!?!? (…) Pensando nesta mensagem o que podemos concluir? – O Fernando tem televisão mas não têm telefone! – O Fernando está numa lista de um hospital! Ou já morreu ou está para morrer. – O Fernando vê o programa da Fátima Lopes ao 12H00! Estes são para mim os pontos fundamentais desta mensagem. Considero que esta é uma prova cabal que mostra a todos aqueles críticos de tv que é possível transmitir mensagens urgentes ao mesmo programa que se diz mal da vida das pessoas, é importante que esses críticos ponham os olhos nestes programas elucidativos e de elevada utilidade pública. Isto é televisão de qualidade.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Comentando um dos assuntos que está na ordem do dia, gostaria de exprimir toda a minha repulsa sobre o acto levado a cabo por um grupo de ecologistas. Acto esse de tremenda loucura, ou melhor de autêntica contradição. Ora vejamos, os ecologistas, são por norma pessoas que defendem a paz, a boa onda, a natureza e outras coisas que tais, certo? Então são adeptos da não-violência, certo? Então que grupo ecologista é este que invade uma propriedade privada e começa a destruir milho?!!? O milho não é natureza? A violência é agora uma das imagens de marca dos ecologistas? Ou será que resolveram juntar-se ao grupo dos integrados na sociedade, que resolvem tudo à porrada, aqueles que eles tanto gostam de criticar!? O que mais me perturba é os argumentos que se usam agora: - Graças a essa acção, toda a classe politica fala do assunto. Que boa resposta! Que belo argumento. Então quer dizer que um assaltante rouba uma casa, mata a família que nela vive, é um acto justificado porque põe a opinião pública a falar dele?! Tenham santa paciência, parecem os miúdos do infantário a desculparem-se com os actos dos colegas. Existem políticos com lugares de responsabilidade a declarem a sua “simpatia” com o acto? Ò meu amigo, e se lhe assaltarem a casa, você vai oferecer um whisky ao assaltante? Tenham respeito por aquilo que tem dono, vivemos numa democracia e não numa anarquia, peguem num dicionário e leiam o significado de propriedade privada, cambada de incultos. Se o agricultor tivesse respondido com tiros de caçadeira, era considerado um monstro, este arraçados de burros partem tudo, são uns revolucionários. Metem nojo. Era obriga-los a plantar tudo novamente, para verem o que custa o trabalho do campo, ou pensam que é como enrolar uma ganza……….
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Férias

Pois é, estou sozinho com o blog. Dos quatro elementos que constituem este cantinho, apenas eu, estou a trabalhar. E agora? Dizem que é o primeiro sinal de depressão...... sentir-me abandonado. Ai vida malvada.
Não fiquem já contentes porque ao que parece eles vão voltar a escrever aqui. Ao Trepas, ao Ogre e ao PiPes, umas boas férias.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)
Hoje trago-vos aquela que para mim é um dos maiores mistérios do mundo moderno. A Sanita. Quem terá desenhado a patente inicial? Quem terá feito os testes ao protótipo? Quem limpou os vários testes? Nunca pensaram nisso?! Este fim-de-semana tive, talvez a pergunta mais problemática de todas: - Quem é que decidiu o tempo que autoclismo fica a correr?
Eu acho fantástico que quando puxo o autoclismo, ele fica a trabalhar o tempo necessário para que o elemento estranho abandone a sanita. (Grande parte das vezes) Quando era mais pequeno, pensei na teoria do sensor, mas essa teoria foi desfeita quando vi uma sanita partida. Logo de seguida pensei, será um interruptor de pressão? Negativo tal material, não consta nas peças de uma nova sanita. Depois, veio a teoria do “timer” dentro do autoclismo também foi desfeita, depois de ter problemas com um lá em casa, presenciar um pedreiro a arrebentar com a parede lá do WC. (Aprendi muita coisa, acreditem) Acabei por voltar à estaca zero, quem terá decidido qual a quantidade exacta de água para um autoclismo?
Eu acho fantástico que quando puxo o autoclismo, ele fica a trabalhar o tempo necessário para que o elemento estranho abandone a sanita. (Grande parte das vezes) Quando era mais pequeno, pensei na teoria do sensor, mas essa teoria foi desfeita quando vi uma sanita partida. Logo de seguida pensei, será um interruptor de pressão? Negativo tal material, não consta nas peças de uma nova sanita. Depois, veio a teoria do “timer” dentro do autoclismo também foi desfeita, depois de ter problemas com um lá em casa, presenciar um pedreiro a arrebentar com a parede lá do WC. (Aprendi muita coisa, acreditem) Acabei por voltar à estaca zero, quem terá decidido qual a quantidade exacta de água para um autoclismo?
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Big Al's Society
Eu sou um ressacado pelas férias, e após duas belas semanas de férias com o meu infante e a minha cara-metade, estou oficialmente de volta. (Para minha enorme tristeza).
O vosso amigo Espiga, esteve duas semaninhas à boa vida, desfrutando apenas do sol do Algarve e do calor de Madrid. Posso-vos dizer, que fiquei completamente surpreendido com a capital de nuestros hermanos. É sem dúvida outra galáxia, Lisboa é uma mera aldeia, se a comprara-mos a Madrid. Os seus edifícios, os monumentos, a vida na rua, é algo que é impossível explicar, tudo o que eu vos disser será certamente condicionada aos locais que mais me marcaram, e certamente não conseguirei demonstrar toda a grandiosidade da cidade.
Resolvi meter-me no carro e ir até Madrid, viagem muito boa, sempre dentro dos limites de velocidade 120km (Em Espanha não há borlas), 5 a 6 horitas de boas estradas, chegando aos arredores, entram os sentidos em alerta, a condução dos Madrilenos é algo que só se equipara a uma praça num sábado de manhã, existem carros em todo o lado, táxis em que mais parecem aviões a circular abaixo do radar. Mas lá consegui chegar ao hotel, estacionar o carro 4 andares abaixo do solo!?!?!?! Foi largar as malas no quarto e começar a minha aventura pelas “Calles” de Madrid. Primeiro destino: Santiago Barnabéu, mítico, grandioso e sem dúvida bem mais limpo que muitos dos nossos. Não há um graffiti nas paredes, não há papeis na rua e um café custa 1,45€!? A loja tem três andares! Mas é idêntica a todas as outras lojas de clubes. Segundo destino, palácio Real, 3000 salas de história espanhola, aconselho a visita apesar de longa vale a pena visitar. Em frente ao palácio a Catedral de Almudena. Entrada gratuita, e podem visitar o local onde as Infantas foram baptizadas e admirarem o tecto e o altar-mor da catedral. Uma pequena informação a cripta foi construída com pedra portuguesa. Terceira e ultima paragem do dia 1. Plaza Mayor, bonita praça, fechada ao trânsito automóvel, onde se pode admirar mais uma vez os magníficos edifícios que rodeiam a praça e jantar muito bem. Dia 2, Museu do Prado, Goya, Velásquez, arte, muita arte. É sem sombra de dúvida um local que se respira cultura, mesmo quem não aprecia arte ou como eu é leigo nesses assuntos, deve visitar o museu e preparar-se para perder uma manhã ou uma tarde, é bastante enriquecedor. A seguinte viagem levou-me até à estação de Atocha, apesar de existirem más recordações é um local digno de visitar, mais uma vez a arquitectura é algo que nos deixa abismados. Depois toca a subir até à Gran Via, uma das principais artérias de Madrid, muito comercio, cinemas e comidas. Dediquei o pouco tempo que me faltava da tarde para pesquisar o mercado, ou seja, acompanhar a minha esposa nas compras. Resumindo, considero que é uma cidade cheia, muito viva e muito segura, aconselho a sua visita, mas nunca por menos de três dias, existe muita coisa para ver e visitar e aconselho também uma carteira cheia, Madrid é carota.
O vosso amigo Espiga, esteve duas semaninhas à boa vida, desfrutando apenas do sol do Algarve e do calor de Madrid. Posso-vos dizer, que fiquei completamente surpreendido com a capital de nuestros hermanos. É sem dúvida outra galáxia, Lisboa é uma mera aldeia, se a comprara-mos a Madrid. Os seus edifícios, os monumentos, a vida na rua, é algo que é impossível explicar, tudo o que eu vos disser será certamente condicionada aos locais que mais me marcaram, e certamente não conseguirei demonstrar toda a grandiosidade da cidade.
Resolvi meter-me no carro e ir até Madrid, viagem muito boa, sempre dentro dos limites de velocidade 120km (Em Espanha não há borlas), 5 a 6 horitas de boas estradas, chegando aos arredores, entram os sentidos em alerta, a condução dos Madrilenos é algo que só se equipara a uma praça num sábado de manhã, existem carros em todo o lado, táxis em que mais parecem aviões a circular abaixo do radar. Mas lá consegui chegar ao hotel, estacionar o carro 4 andares abaixo do solo!?!?!?! Foi largar as malas no quarto e começar a minha aventura pelas “Calles” de Madrid. Primeiro destino: Santiago Barnabéu, mítico, grandioso e sem dúvida bem mais limpo que muitos dos nossos. Não há um graffiti nas paredes, não há papeis na rua e um café custa 1,45€!? A loja tem três andares! Mas é idêntica a todas as outras lojas de clubes. Segundo destino, palácio Real, 3000 salas de história espanhola, aconselho a visita apesar de longa vale a pena visitar. Em frente ao palácio a Catedral de Almudena. Entrada gratuita, e podem visitar o local onde as Infantas foram baptizadas e admirarem o tecto e o altar-mor da catedral. Uma pequena informação a cripta foi construída com pedra portuguesa. Terceira e ultima paragem do dia 1. Plaza Mayor, bonita praça, fechada ao trânsito automóvel, onde se pode admirar mais uma vez os magníficos edifícios que rodeiam a praça e jantar muito bem. Dia 2, Museu do Prado, Goya, Velásquez, arte, muita arte. É sem sombra de dúvida um local que se respira cultura, mesmo quem não aprecia arte ou como eu é leigo nesses assuntos, deve visitar o museu e preparar-se para perder uma manhã ou uma tarde, é bastante enriquecedor. A seguinte viagem levou-me até à estação de Atocha, apesar de existirem más recordações é um local digno de visitar, mais uma vez a arquitectura é algo que nos deixa abismados. Depois toca a subir até à Gran Via, uma das principais artérias de Madrid, muito comercio, cinemas e comidas. Dediquei o pouco tempo que me faltava da tarde para pesquisar o mercado, ou seja, acompanhar a minha esposa nas compras. Resumindo, considero que é uma cidade cheia, muito viva e muito segura, aconselho a sua visita, mas nunca por menos de três dias, existe muita coisa para ver e visitar e aconselho também uma carteira cheia, Madrid é carota.

terça-feira, 3 de julho de 2007
The Big Al’s Society (by Espiga)

Decidi mudar de vida. Vou-me tornar politico.
Existirá melhor vida do que a de politico? Possivelmente a de Coordenador Técnico de Obras Municipais, mas acho que é preciso ter uma cunha grandita! Parece que já me estou a ver, a roubar as economias da Junta de Freguesia de Alguidares de Baixo, fugir para a Trafaria e depois anunciar a minha candidatura à Câmara de Lisboa, com um slogan muito original: - O Espiga que faz falta! – Ou melhor, ainda: - Separar Lisboa! E logo a seguir aparecer um rapazito muito engraçado a andar de triciclo e a dizer – Estou mais MADURO! Se correr mal posso sempre associar-me a um grupo de habitantes insatisfeitos e organizar manifestações. A política portuguesa anda pela rua da amargura, temos políticos corruptos, temos políticos ladrões e ainda por cima temos políticos com péssimos cortes de cabelo. Ora vejamos por ordem de incidência. O grande Major, votos em troca de electrodomésticos, boa estratégia, privilegia a técnica, uma politica mais táctica. A nossa guardiã do saco azul! Ora aqui temos uma política de contacto directo com as massas (guita), imagino as contagens de caixa daquela câmara, 5 para mim, 4 para as estradas, 5 para mim, 4 para os jardins. O nosso homem da Quinta das Celebridades, a chamada politica “Pit-Bull”, agressividade Q.B, influência no futebol e temos um belo político camarário. Depois temos aqueles que são os salta-pocinhas, ora onde é que pinga?! É em Oeiras, ora vamos até lá, sim porque Bruxelas está demodé, nem os D’Zrt lá vão, mas o meu partido não me apoia, paciência, vamos sacar assinaturas para a rua, inventamos que é para a não demolição de um marco histórico do Uganda do Sul, e criamos um partido. Quem não conheça Portugal, pensa. Epá aqueles portugueses devem ser um país mega rico, existem tantas lutas pelo poder! Mal eles sabem que o país está a saque, e que o mais certo é virmos a ser vendidos aos ”nuestros hermanos” por uma bagatela, e mesmo assim continuamos a ostentar aquilo que não temos dinheiro para pagar. Vamos construir um mega aeroporto (deve ser para ajudar ao êxodo população portuguesa), vamos construir o TGV (bem visto, quem não têm dinheiro para ir de avião vai de comboio), vamos investir em novos programas de apoio aos desempregados (GPS’s, mapas, etc. Está certo sim senhor, um desempregado dificilmente conhecerá as grandes cidades europeias). Basicamente tudo se resume a criar condições para que o povo português abale em direcção a melhores conjunturas de vida noutros países.
Curioso é forma como tudo é encarado neste país, não temos dinheiro para pagar a reforma de metade da população activa, mas somos maiores, nós até vamos ter dois aeroportos, como Madrid, Londres, Paris, etc. Agora é que a nossa economia vai crescer. Ai se vai.
Existirá melhor vida do que a de politico? Possivelmente a de Coordenador Técnico de Obras Municipais, mas acho que é preciso ter uma cunha grandita! Parece que já me estou a ver, a roubar as economias da Junta de Freguesia de Alguidares de Baixo, fugir para a Trafaria e depois anunciar a minha candidatura à Câmara de Lisboa, com um slogan muito original: - O Espiga que faz falta! – Ou melhor, ainda: - Separar Lisboa! E logo a seguir aparecer um rapazito muito engraçado a andar de triciclo e a dizer – Estou mais MADURO! Se correr mal posso sempre associar-me a um grupo de habitantes insatisfeitos e organizar manifestações. A política portuguesa anda pela rua da amargura, temos políticos corruptos, temos políticos ladrões e ainda por cima temos políticos com péssimos cortes de cabelo. Ora vejamos por ordem de incidência. O grande Major, votos em troca de electrodomésticos, boa estratégia, privilegia a técnica, uma politica mais táctica. A nossa guardiã do saco azul! Ora aqui temos uma política de contacto directo com as massas (guita), imagino as contagens de caixa daquela câmara, 5 para mim, 4 para as estradas, 5 para mim, 4 para os jardins. O nosso homem da Quinta das Celebridades, a chamada politica “Pit-Bull”, agressividade Q.B, influência no futebol e temos um belo político camarário. Depois temos aqueles que são os salta-pocinhas, ora onde é que pinga?! É em Oeiras, ora vamos até lá, sim porque Bruxelas está demodé, nem os D’Zrt lá vão, mas o meu partido não me apoia, paciência, vamos sacar assinaturas para a rua, inventamos que é para a não demolição de um marco histórico do Uganda do Sul, e criamos um partido. Quem não conheça Portugal, pensa. Epá aqueles portugueses devem ser um país mega rico, existem tantas lutas pelo poder! Mal eles sabem que o país está a saque, e que o mais certo é virmos a ser vendidos aos ”nuestros hermanos” por uma bagatela, e mesmo assim continuamos a ostentar aquilo que não temos dinheiro para pagar. Vamos construir um mega aeroporto (deve ser para ajudar ao êxodo população portuguesa), vamos construir o TGV (bem visto, quem não têm dinheiro para ir de avião vai de comboio), vamos investir em novos programas de apoio aos desempregados (GPS’s, mapas, etc. Está certo sim senhor, um desempregado dificilmente conhecerá as grandes cidades europeias). Basicamente tudo se resume a criar condições para que o povo português abale em direcção a melhores conjunturas de vida noutros países.
Curioso é forma como tudo é encarado neste país, não temos dinheiro para pagar a reforma de metade da população activa, mas somos maiores, nós até vamos ter dois aeroportos, como Madrid, Londres, Paris, etc. Agora é que a nossa economia vai crescer. Ai se vai.
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Big Al's Society

Vou pedir desculpa a todos os que percebem de futebol e que ainda lêem este blog. Mas irei falar do futebol nacional.
Comecemos pelo SLB, pois mais um ano onde podia ter ganho tudo e acaba por não ganhar nada. Eu costumo ser bastante céptico relativamente à culpa dos treinadores, mas neste caso não tenho dúvidas, mais um Eng. Da Universidade Independente. Porque é que deram um plantel tão curto ao homem? Ele precisava de mais jogadores, ou não!? Espera lá (…) Mas ele tinha um plantel de 24 jogadores, porque é que usou quase sempre os mesmos? Parece que já estou a ver as convocatórias do senhor Eng.: - Bem é um jogo difícil, vamos convocar os mesmos 16 da semana passada, tudo em prol da regularidade. - Mas senhor Eng. o Nuno Gomes tem uma hérnia inguinal! Acha que o devemos por a jogar? – Òhhohoho, Chalana quer ir para a rua, o que é que eu disse? Jogam os mesmos, e a 10 min do fim pomos o Saci Perêrê aka Mantorras. E depois vêem os jornais falar do departamento médico do Benfica! O problema não é deles, eles avisam das lesões, mas o Eng. Não quer saber e pumba! Sporting, o clube do Lumiar, ora aqui está um caso digno de investigação CSI. Orientado por um rapaz com um terrível penteado, com uma forma de falar estranha, um plantel fraquíssimo, e uns jogos terríveis. O lugar da liga? 2º! Bem treinam em Alcochete, local onde quando a maré vaza o cheiro chega a ser algo desagradável, um roupeiro coxo, tudo isto me parece muito estranho, vou já telefonar ao Grisson.. FCP, o que se pode dizer, o presidente bate na amante, na mulher, nos advogados e ainda no cão, um dos seus melhores jogadores é cigano, o vice-presidente é dono de uma banca de fruta. Acho que não vale a pena dizer mais nada. No campeonato dos pequenos temos o famoso caso Mateus, em que um jogador angolano, que por sinal era amador/pedreiro é comprado pelo GVFC e convocado logo para jogar, mesmo estando previsto nos estatutos que um jogador amador não pode ser inscrito como profissional durante um prazo legal de X meses. O CFB reclama ganha e GVFC desce de divisão. Agora que o campeonato se aproxima do fim o presidente do GVFC, vem dizer que afinal existe mais não sei o quê que está errado, vamos boicotar este campeonato. Porquê porque o GVFC não vai subir. E assim se vive no campeonato de futebol português, onde os que perdem é sempre por erros do sistema e nunca por mérito dos outros.
Uma palavrinha para a minha Naval 1º de Maio que se aguentou mais um época na primeira liga e para a ADFA que ocupa um lisonjeador 2º lugar da 1ª divisão distrital da Guarda com 9 ponto de avanço sobre o 3º classificado os SPGC de Meda e a 9 pontos do GC Figueirense que ocupa a 1ª posição.
Comecemos pelo SLB, pois mais um ano onde podia ter ganho tudo e acaba por não ganhar nada. Eu costumo ser bastante céptico relativamente à culpa dos treinadores, mas neste caso não tenho dúvidas, mais um Eng. Da Universidade Independente. Porque é que deram um plantel tão curto ao homem? Ele precisava de mais jogadores, ou não!? Espera lá (…) Mas ele tinha um plantel de 24 jogadores, porque é que usou quase sempre os mesmos? Parece que já estou a ver as convocatórias do senhor Eng.: - Bem é um jogo difícil, vamos convocar os mesmos 16 da semana passada, tudo em prol da regularidade. - Mas senhor Eng. o Nuno Gomes tem uma hérnia inguinal! Acha que o devemos por a jogar? – Òhhohoho, Chalana quer ir para a rua, o que é que eu disse? Jogam os mesmos, e a 10 min do fim pomos o Saci Perêrê aka Mantorras. E depois vêem os jornais falar do departamento médico do Benfica! O problema não é deles, eles avisam das lesões, mas o Eng. Não quer saber e pumba! Sporting, o clube do Lumiar, ora aqui está um caso digno de investigação CSI. Orientado por um rapaz com um terrível penteado, com uma forma de falar estranha, um plantel fraquíssimo, e uns jogos terríveis. O lugar da liga? 2º! Bem treinam em Alcochete, local onde quando a maré vaza o cheiro chega a ser algo desagradável, um roupeiro coxo, tudo isto me parece muito estranho, vou já telefonar ao Grisson.. FCP, o que se pode dizer, o presidente bate na amante, na mulher, nos advogados e ainda no cão, um dos seus melhores jogadores é cigano, o vice-presidente é dono de uma banca de fruta. Acho que não vale a pena dizer mais nada. No campeonato dos pequenos temos o famoso caso Mateus, em que um jogador angolano, que por sinal era amador/pedreiro é comprado pelo GVFC e convocado logo para jogar, mesmo estando previsto nos estatutos que um jogador amador não pode ser inscrito como profissional durante um prazo legal de X meses. O CFB reclama ganha e GVFC desce de divisão. Agora que o campeonato se aproxima do fim o presidente do GVFC, vem dizer que afinal existe mais não sei o quê que está errado, vamos boicotar este campeonato. Porquê porque o GVFC não vai subir. E assim se vive no campeonato de futebol português, onde os que perdem é sempre por erros do sistema e nunca por mérito dos outros.
Uma palavrinha para a minha Naval 1º de Maio que se aguentou mais um época na primeira liga e para a ADFA que ocupa um lisonjeador 2º lugar da 1ª divisão distrital da Guarda com 9 ponto de avanço sobre o 3º classificado os SPGC de Meda e a 9 pontos do GC Figueirense que ocupa a 1ª posição.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Big Al's Society

Peço desculpa mas vou voltar a falar de uma velha amiga nossa. A televisão. Os meus amigos já viram o nosso anúncio da GALP? Aquele dos dois dedos de testa! Eu sei que posso ser demasiado brusco em dizer que o acho simplesmente mau. Mas a realidade é que o anúncio é péssimo. Quem são os criativos que fazem estes spots? Será que eles sabem que as bicicletas não necessitam de gasolina/gasóleo para andar? Se sabem porque é que aparecem dois miúdos a fazer o sinal de “dois dedos de testa” enquanto seguram as suas “binas”?! Se eu fosse de carro e visse alguém a fazer tal gesto na minha direcção, acho que tomaria isso como um insulto. – O que tu tens é dois palmos de testa!!!! Eu não sou bom a matemática, mas aqui vai um raciocínio lógico. Testa + Dois dedos = cornos. Não acham?
quinta-feira, 1 de março de 2007
Big Al's Society
Porque é que é assim? Para quem é conhecedor da World Wide Web vulgarmente chamada de net, sabe que existem determinados sites onde o alegre “navegante” pode escolher momentos de prazer com a senhora que mais lhe apraz, através de uma óptima fotografia e uma descrição dos serviços prestados. Ora até aqui tudo muito bem, um site, um serviço, um produto, mas agora vem o busílis da questão, não deveriam mostrar a cara da respectiva? Eu só faço esta pergunta porque quando vou às compras, e escolho um peixinho para o forno, não compro se as guelras estiverem em mau estado, não deveria funcionar assim, a cara das saudáveis senhoras deveria ser mais uma opção de venda?! Ou será que quando se deslocam ao local de definido a senhora se apresenta sem cara? Para além de ajudar à venda do “produto” e do “serviço” certamente que ajudaria em grande parte os indecisos. Então daqui faço o seguinte apelo aos senhores responsáveis por este serviço, vulgarmente apelidados de “proxenetas” vamos lá alterar o layout destes supermercados e mostrar a cara das senhoras, de certeza que o negócio vai prosperar em flecha. Outro site que gostaria de referir é de um grupo de amigos que resolveram partilhar as suas fantasias com o resto do mundo. Pois eu sei que este assunto é para demais falado e que segundo o sexo oposto os homens só pensam nisso, e no futebol, mas acreditem que este site está construído duma forma muito consensual. Ou seja, não é um site totalmente dedicado à nudez, é sim um local onde um determinado assunto muito em voga hoje em dia é abordado de uma forma muito linear e directa. O Swing. www.fantasiasa4.blogspot.com algo que é de louvar neste blog é a interacção dos 4 criadores com os leitores, ou seja os postadores, lêem os comentários dos visitantes. Isto é incrível, já que este blog tem milhares de visitantes mensalmente, assim dá vontade de escrever. Relativamente ao tema, sei que não reúne o consenso de grande parte dos portugueses, na minha opinião Portugal, ainda está “preso” a muito tabus do passado, mas acho que estes quatro amigos, apesar de exporem o seu corpo irão certamente contribuir para o desaparecimento de mais um obstáculo à liberdade de pensamento e de expressão. Para eles desejo-lhes muita sorte e que continuem a mostrar que o mundo não é um local cinzento.
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