Hoje decidi colocar em poema o facto de nunca mais ir de férias:
Acabei de ler o post do Espiga
E deu-me vontade de vomitar
É que nunca mais vou de férias
e já estou a desesperar
Como se não bastasse esta loucura
Tenho o Intestino arruinado
Passo horas na sanita
E nem fico bronzeado
Quando chegar 17 de Agosto
Ainda doente vou estar
Ou já perdi partes do meu corpo
Depois de tanto cagar!!
Só espero que ao menos S.Pedro
Não se resolva mandar chover
Pois com as ganas com que estou
Ainda o mando foder!!!
nota de final de poema: peço desculpa pelas palavras cagar e foder, eu sei que esta é uma rubrica de bem...ooppsss então não é que voltei a escrever cagar e foder...ai que cabeça...agora as pessoas vão ler cagar e foder...ai que isto não tem jeito!!
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quinta-feira, 2 de agosto de 2007
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Porno-Poema
Hoje apresento-vos o meu primeiro porno-poema, imaginem dois antigos colegas de escola, que se encontram passados muitos anos, numa festa de amigos, numa sala com mesa bilhar, assim segue:
Oh dalila essas pernas,
Estão a dar cabo de mim.
Como cresceste pequena
Já estou em frenesim
Ainda bem que vieste
A esta festa de escola,
Estamos sozinhos nesta sala
E até me estás a dar Bola.
Oh Idalécio tu também estás
Bem composto por sinal,
eras tão pequeno e fransino
Agora até me apetece coiso e tal!
Oh Dalila esses seios
estão a saltar cá para fora
vamos para a mesa de bilhar
Quero possuir-te sem mais demora
Oh Idalécio! Oh Querido
Assim me deixas sem jeito
Anda que sento me nesta mesa
Enquanto me chupas o peito!
Oh Dalila estou louco,
Louco de tesão!
Estás a despertar em mim
Um enorme furacão!
Oh Idalécio deixa ver
O que trazes aí escondido
Eu já estou descapotável
E tu ainda todo vestido.
Oh Idalécio oh meu Deus!
Que grande loucura!
Slurp slurp ahn ahn
Esta coisa é uma doçura!
Oh Dalila! Mas que bem que te ajeitas
Com a ferramenta na mão
Baixa lá essa saia
Que estou louco e gulotão
Oh Idalécio como consegues
Mexer essa lingua sem parar,
Salta mas é para cima desta mesa
Que já me sinto a transpirar!!
Oh Dalila sabes bem!!
Que me deixas louco!!
Oh Dalila toma toma
Toma toma e não é pouco!!
Ui Ui ahn ahn
Slurp slurp nhec nhec
Oh Dalila!! oh Dalila!!
Pum pum Chec chec!!!!!
Oh dalila essas pernas,
Estão a dar cabo de mim.
Como cresceste pequena
Já estou em frenesim
Ainda bem que vieste
A esta festa de escola,
Estamos sozinhos nesta sala
E até me estás a dar Bola.
Oh Idalécio tu também estás
Bem composto por sinal,
eras tão pequeno e fransino
Agora até me apetece coiso e tal!
Oh Dalila esses seios
estão a saltar cá para fora
vamos para a mesa de bilhar
Quero possuir-te sem mais demora
Oh Idalécio! Oh Querido
Assim me deixas sem jeito
Anda que sento me nesta mesa
Enquanto me chupas o peito!
Oh Dalila estou louco,
Louco de tesão!
Estás a despertar em mim
Um enorme furacão!
Oh Idalécio deixa ver
O que trazes aí escondido
Eu já estou descapotável
E tu ainda todo vestido.
Oh Idalécio oh meu Deus!
Que grande loucura!
Slurp slurp ahn ahn
Esta coisa é uma doçura!
Oh Dalila! Mas que bem que te ajeitas
Com a ferramenta na mão
Baixa lá essa saia
Que estou louco e gulotão
Oh Idalécio como consegues
Mexer essa lingua sem parar,
Salta mas é para cima desta mesa
Que já me sinto a transpirar!!
Oh Dalila sabes bem!!
Que me deixas louco!!
Oh Dalila toma toma
Toma toma e não é pouco!!
Ui Ui ahn ahn
Slurp slurp nhec nhec
Oh Dalila!! oh Dalila!!
Pum pum Chec chec!!!!!
domingo, 11 de março de 2007
Ida à feira
Peguei na minha fiel mulher e partimos rumo a Abrantes, ao chegar lá, deparámo-nos com uma feira tradicional...foi assim o nosso passeio:
Fui à feira na aldeia
E lá comprei umas pipocas
Ouvi musica de cassete
E vi muitas carinhas larocas
Pois até tinha aquelas bancas
Cheias de aparelhagens e televisões
Peluches e bicicletas
Bastavam gastar uns tostões
E lá anunciava a velhota
Ao microfone a gritar
Com 5 euros sai sempre prémio
Se não sair somos nós a dar
E não é que davam um radiozinho
Ou uma caixa de cartão
Depois era ver os velhotes
A gastar um Dinheirão
Nos divertimentos e carroseis
As músicas tocavam à desgarrada
Todos ao molho ao mesmo tempo
Numa enorme salganhada
Tinha bancas de pipocas
Algodão doce e torrão de alicante
coisas que comi
E fiquei com dores num instante
Antes de vir embora
Tinha ainda que jogar
Naquelas pequenas bancas
Que prémios podemos ganhar
Bastava apenas numas vasilhas acertar
Com 5 bolas 2 vezes
Mas as bolas eram pesadas que nem chumbos
Podia ficar ali meses
Assim foi um belo passeio
Nesta feira tradiocinal
Tenho os ouvidos a zumbiar
e nos intestinos...o habitual!!!
Fui à feira na aldeia
E lá comprei umas pipocas
Ouvi musica de cassete
E vi muitas carinhas larocas
Pois até tinha aquelas bancas
Cheias de aparelhagens e televisões
Peluches e bicicletas
Bastavam gastar uns tostões
E lá anunciava a velhota
Ao microfone a gritar
Com 5 euros sai sempre prémio
Se não sair somos nós a dar
E não é que davam um radiozinho
Ou uma caixa de cartão
Depois era ver os velhotes
A gastar um Dinheirão
Nos divertimentos e carroseis
As músicas tocavam à desgarrada
Todos ao molho ao mesmo tempo
Numa enorme salganhada
Tinha bancas de pipocas
Algodão doce e torrão de alicante
coisas que comi
E fiquei com dores num instante
Antes de vir embora
Tinha ainda que jogar
Naquelas pequenas bancas
Que prémios podemos ganhar
Bastava apenas numas vasilhas acertar
Com 5 bolas 2 vezes
Mas as bolas eram pesadas que nem chumbos
Podia ficar ali meses
Assim foi um belo passeio
Nesta feira tradiocinal
Tenho os ouvidos a zumbiar
e nos intestinos...o habitual!!!
sábado, 10 de fevereiro de 2007
A rima em ema
Neste pequeno poema
Não existe na realidade um tema
Nem sequer um esquema
É mais um grande dilema
Para fazer este poema
Basta rimar só em ema
Usando palavras como eczema
Edema, sistema e estratagema
Assim ao fazer este poema
Não quero rimar com garota de Ipanema
Nem fazer nenhum telefonema
Para arranjar mais um fonema
Assim com este poema
Acabo por fazer dele um lema
E para rimar com cinema
Arranjo a Rita Salema
Para terminar o poema
Digo a palvra gema
E resolvo o problema
rimando com emblema
Não existe na realidade um tema
Nem sequer um esquema
É mais um grande dilema
Para fazer este poema
Basta rimar só em ema
Usando palavras como eczema
Edema, sistema e estratagema
Assim ao fazer este poema
Não quero rimar com garota de Ipanema
Nem fazer nenhum telefonema
Para arranjar mais um fonema
Assim com este poema
Acabo por fazer dele um lema
E para rimar com cinema
Arranjo a Rita Salema
Para terminar o poema
Digo a palvra gema
E resolvo o problema
rimando com emblema
sábado, 13 de janeiro de 2007
O poema encriptado
Pois é, hoje no Poesia com o Pipes, deixo-vos o primeiro poema no mundo com a palavra OTORRIONOLARINGOLOGISTA encriptada
Ou estou maluco
Talvez mesmo doente
Ou se calhar estou assim
Roído com dores num dente
Roído não é bem a palavra
Isto é mais que uma dor
Nunca tive uma coisa assim
Oh dente meu estupor
Levantei-me de uma acentada
Alcancei o blusão
Roubei as chaves ao meu velho
Isto não faz de mim um ladrão
Não é que no carro me meti
Galguei até um passeio
Os maxilares já me tremiam
Latejavam e tudo pelo meio
Ou levava rápido uma anestesia
Gigante por sinal
Isto deu comigo em doido
Sem ver bati no portão do hospital
Tão dorido que estava uma perna fui partir
Assim levei a anestesia e no hospital fiquei a dormir
Ou estou maluco
Talvez mesmo doente
Ou se calhar estou assim
Roído com dores num dente
Roído não é bem a palavra
Isto é mais que uma dor
Nunca tive uma coisa assim
Oh dente meu estupor
Levantei-me de uma acentada
Alcancei o blusão
Roubei as chaves ao meu velho
Isto não faz de mim um ladrão
Não é que no carro me meti
Galguei até um passeio
Os maxilares já me tremiam
Latejavam e tudo pelo meio
Ou levava rápido uma anestesia
Gigante por sinal
Isto deu comigo em doido
Sem ver bati no portão do hospital
Tão dorido que estava uma perna fui partir
Assim levei a anestesia e no hospital fiquei a dormir
domingo, 24 de dezembro de 2006
É Natal no cone
Como se meteu o Natal, aqui fica a nossa cantilena de Joex Noel:
É Natal no cone
Vamos celebrar
Comprar umas broas
e todos morfar
O trepas ainda está
na fila para comprar
um movel do ikea
para à noite montar
O Ogre ainda anda
atarefado com presentes
mas não se cala com novo strap-on
já nos pôs a todos doentes
O espiga ainda tem
bolo rei do ano passado
diz que vai dar aos convidados
que ainda está conservado
Eu ainda estou
à espera de comprar
um bolo-rei chileno
para assim o poder provar
É Natal no cone
Vamos celebrar
Comprar umas rabanadas
e todos morfar
A todos um Natal, assim tipo mais ou menos!!!!!!!!
É Natal no cone
Vamos celebrar
Comprar umas broas
e todos morfar
O trepas ainda está
na fila para comprar
um movel do ikea
para à noite montar
O Ogre ainda anda
atarefado com presentes
mas não se cala com novo strap-on
já nos pôs a todos doentes
O espiga ainda tem
bolo rei do ano passado
diz que vai dar aos convidados
que ainda está conservado
Eu ainda estou
à espera de comprar
um bolo-rei chileno
para assim o poder provar
É Natal no cone
Vamos celebrar
Comprar umas rabanadas
e todos morfar
A todos um Natal, assim tipo mais ou menos!!!!!!!!
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Poemagruel - Cozido à Portuguesa.
Estava muito bem a preparar-me para preparar uma almoçarada típica, quando me surgiu uma ideia que poderá ser um dos maiores avanços no mundo das receitas culinárias, desde os livros de receitas de doces sem açucar do nosso Manuel Luis, atentem:
Estou na cozinha a preparar
Uma Valente almoçarada
Um Cozido à portuguesa
Com Vinho tinto e mais nada
Aqui está a listinha
De Ingredientes do manjar
Assim vis direi
Aquilo que irão adicionar
Carne de vaca para cozer,
Entrecosto e meia galinha,
Chispe, pé de porco
E de porco também a orelhinha
Presunto, chouriço e farinheira
Bacon e salpicão
Toucinho salgado
E até couve portuguesa ou coração
Cenouras, batatas e nabos
É o que falta juntar
Mais o sal e o azeite
Para começar a cozinhar
Numa panela bem grande
Todas as carnes vamos misturar
Em água vão cozer
Enquanto as mais salgadas ficam a descansar
Com um fio de azeite
A água vamos regar
E a gosto pessoal
Tudo vamos temperar
Por ordem de cozedura
Os enchidos vamos retirar
Depois a carne de porco e no fim a de vaca
Quando bem cozida ficar
Na água de cozer as carnes
Vamos largar tudo o que é legume
Quando estiverem cozidos ficam na panela
Enquanto apagamos o lume
Chegou a altura de servir,
Vamos as carnes cortar
Juntamos os ditos legumes
Numa travessa ou alguidar
Falta apenas falar
Do belo acompanhamento
Arroz branco e feijão
Para meu alegre contentamento
Ora aqui está pois então
Uma valente almoçarada
Em forma de poema
Para toda a Rapaziada
Estou na cozinha a preparar
Uma Valente almoçarada
Um Cozido à portuguesa
Com Vinho tinto e mais nada
Aqui está a listinha
De Ingredientes do manjar
Assim vis direi
Aquilo que irão adicionar
Carne de vaca para cozer,
Entrecosto e meia galinha,
Chispe, pé de porco
E de porco também a orelhinha
Presunto, chouriço e farinheira
Bacon e salpicão
Toucinho salgado
E até couve portuguesa ou coração
Cenouras, batatas e nabos
É o que falta juntar
Mais o sal e o azeite
Para começar a cozinhar
Numa panela bem grande
Todas as carnes vamos misturar
Em água vão cozer
Enquanto as mais salgadas ficam a descansar
Com um fio de azeite
A água vamos regar
E a gosto pessoal
Tudo vamos temperar
Por ordem de cozedura
Os enchidos vamos retirar
Depois a carne de porco e no fim a de vaca
Quando bem cozida ficar
Na água de cozer as carnes
Vamos largar tudo o que é legume
Quando estiverem cozidos ficam na panela
Enquanto apagamos o lume
Chegou a altura de servir,
Vamos as carnes cortar
Juntamos os ditos legumes
Numa travessa ou alguidar
Falta apenas falar
Do belo acompanhamento
Arroz branco e feijão
Para meu alegre contentamento
Ora aqui está pois então
Uma valente almoçarada
Em forma de poema
Para toda a Rapaziada
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
Ode a 3 palavritas!!!!
Por ser fã das palavras BIDÉ, TRUSSES e PIAÇABA resolvi fazer uma cantilena
Peguei no Piaçaba e limpei
A sanita antes do bidé
Como estava de trusses caí
Por sorte não parti um pé
Quando me levanto reparei
Que o piaçaba estava conspurcado
Fui rápido ao bidé
E com os trusses limpei-o um bocado
Olha que coisa a minha
Para o que me havia de dar
Limpar o piaçaba com os trusses
Sem a aguá do bidé usar
Mas como se não bastasse
Deixei o piaçaba cair
Para dentro do bidé
Antes dos trusses eu vestir
Assim tinha eu
Um bidé atascado
Com uns trusses mais que sujos
E um piaçaba conspurcado
Raios! Chiça! Gritei eu
Que bonita confusão
Sujei o bidé, o piaçaba
E os meus trusses de algodão
Quando num fim reparei
Nem queria acreditar
Com as palavras bidé, trusses e piaçaba
Tinha acabado de brincar
Para acabar a cantilena
Tenho que voltar a escrever
Trusses, bidé, e piaçaba!!
Numa Ode a Valer
Peguei no Piaçaba e limpei
A sanita antes do bidé
Como estava de trusses caí
Por sorte não parti um pé
Quando me levanto reparei
Que o piaçaba estava conspurcado
Fui rápido ao bidé
E com os trusses limpei-o um bocado
Olha que coisa a minha
Para o que me havia de dar
Limpar o piaçaba com os trusses
Sem a aguá do bidé usar
Mas como se não bastasse
Deixei o piaçaba cair
Para dentro do bidé
Antes dos trusses eu vestir
Assim tinha eu
Um bidé atascado
Com uns trusses mais que sujos
E um piaçaba conspurcado
Raios! Chiça! Gritei eu
Que bonita confusão
Sujei o bidé, o piaçaba
E os meus trusses de algodão
Quando num fim reparei
Nem queria acreditar
Com as palavras bidé, trusses e piaçaba
Tinha acabado de brincar
Para acabar a cantilena
Tenho que voltar a escrever
Trusses, bidé, e piaçaba!!
Numa Ode a Valer
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