Hoje venho falar de duas coisas que nós fizemos questão de cultivar na nossa mente, uma delas quase exclusivamente na nossa infância, outra na nossa infância e nos nos dias que correm com outro significado.
No primeiro ponto estou-me a referir ao célebre jogo MACAQUINHO DO CHINÊS.
Mas afinal qual é a lógica daquele jogo? Porque é que o joguei tantas tardes a fio? será que ainda hoje este jogo é jogado?
1,2,3 macaquinho do chinês dizia um petiz de olhos fechados virados para uma parede, enquanto o resto da criançada estava bem cá a trás e tinha como objectivo ir avançando até chegar ao sitio onde estava o rapaz a dizer a frase que referi.De cada vez que o rapaz da parede dizia a frase, olhava para trás e os outros tinham que ficar imóveis, se o rapaz visse alguém a mexer, esse alguém tinha que voltar para o local de partida, ganhava quem conseguisse ficar mais vezes estático sem ser apanhado a mexer de modo a chegar ao local de chegada e ficar ele no trono do macaquinho do chinês a dizer a frase parva.
Eu nem sei porque jogava a isto, nem o que este jogo acrescentou à minha experiência de vida, nem o que tiro dele para a minha vida actual, passada e até mesmo futura, só se daqui por uns anos tenha um emprego em que tenha que controlar homens-estátua na rua, os que se mexeram são despedidos, ou se trabalhar numa linha de produção em que tenha que entregar caixas de um lugar a outro sem que raios lazer me fritem o cérebro e para isso tenha que correr e ficar estático, correr e ficar estático...sei lá...
não consigo perceber o porquê do nome do jogo, será que os macacos da china, fazem isto, têm como hábito ficar estáticos? A frase...bem a frase...1,2,3 macaquinho do chinês...nem quero pensar mais nela... sei lá que mais, tudo no jogo é disparatado, sem nexo e ridiculo, mas o que é certo é que todos o jogámos, todos fizémos dele o nosso passatempo de recreios...chiça!!!
No segundo ponto venho falar da palavra COITO.
Ora aqui está um dos maiores mistérios da nossa infância e mesmo da nossa idade adulta. Todos nos lembramos de jogar à apanhada e existir um local seguro onde podíamos estar sem o sacana que estava à apanhada nos pudesse tocar...esse local era o coito, pois bem, nessa altura nem sabíamos o que significava a palavra, apenas sabíamos que gastávamos de lá estar e que era o único sitio onde nos sentiamos bem no jogo(até aqui tudo bem, o coito como o vejo agora é um pouco isto), então dizíamos coito com uma naturalidade brutal, era coito prá qui, coito prá li, estou no coito, sai do coito, estás sempre no coito(nunca ouvíamos era coito interrompido), bem era coito para dar e vender.
Crescemos e a certa altura aprendemos o que quer dizer coito, bem coito é... vocês sabem, vamos deixar as crianças de agora disfrutarem da palavra, mas lá está uma palavra que julgávamos tão santa e sem mal, vai descambar...assim...
Agora imaginem o que poderemos pensar quando formos pais:
"então filho, que fizeste hoje na escola"
"bem pai, foi bué fixe, aprendi o verbo cavar e depois no recreio estive o tempo todo no coito"
"áh foi?"
"foi...ehehehehe e ninguém me apanhou, estive lá o tempo todo mais a Gabriela!!!"
Eram tempos loucos!
Coito para todos
Nota de rodapé: Aproveito este post sobre macacos da china e coitos, para em meu nome, do Espiga e do Ogre deixar aqui a palavra PARABÈNS ao nosso companheiro Trepas que faz hoje uma quantas primaveras
PARABÉNS TREPAS!!!
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Big Al's Society
Meus amigos estarei a ver bem ou é apenas um sonho?
Teremos conseguido com um mero blog de cultos do nosso dia a dia, alcançado o objectivo do nosso governo? Unir Portugal pela banda larga!
Cada vez que entro no nosso blog, regozijo-me quando verifico o apoio que temos tido por parte de Fornos de Algodres. Para um escritor é muito importante obter um feedback por parte dos seus leitores, e considero que nesso campo os “amigos” de Fornos tem sido incansáveis, têm sempre uma palavra de apreço para os nossos textos, por muito maus que sejam eles lêem-nos. Eu quero deixar bem claro que enquanto escrever para este blog, e se tiver a oportunidade de levar o nome de Fornos de Algodres mais alto, irei fazê-lo sem hesitação. É verdade algo tão simples como escrever sobre uma localidade juntou pessoas que nunca se conheceram e que nunca tinham falado até hoje. Eu louvo estas pessoas que amam a sua terra e que não se envergonham das suas origens, isto para mim é lealdade. E desde já declaro a minha intenção de arrastar todos os meus colegas escribas para um almoço na mais bela localidade beirã.
Mais uma coisita:
- FORÇA ADFA
Teremos conseguido com um mero blog de cultos do nosso dia a dia, alcançado o objectivo do nosso governo? Unir Portugal pela banda larga!
Cada vez que entro no nosso blog, regozijo-me quando verifico o apoio que temos tido por parte de Fornos de Algodres. Para um escritor é muito importante obter um feedback por parte dos seus leitores, e considero que nesso campo os “amigos” de Fornos tem sido incansáveis, têm sempre uma palavra de apreço para os nossos textos, por muito maus que sejam eles lêem-nos. Eu quero deixar bem claro que enquanto escrever para este blog, e se tiver a oportunidade de levar o nome de Fornos de Algodres mais alto, irei fazê-lo sem hesitação. É verdade algo tão simples como escrever sobre uma localidade juntou pessoas que nunca se conheceram e que nunca tinham falado até hoje. Eu louvo estas pessoas que amam a sua terra e que não se envergonham das suas origens, isto para mim é lealdade. E desde já declaro a minha intenção de arrastar todos os meus colegas escribas para um almoço na mais bela localidade beirã.
Mais uma coisita:
- FORÇA ADFA

Corria o ano de 1500, Ogre para esquecer um desgosto amoroso tinha-se alistado na marinha mercante, resolveu aceitar um contrato que o levaria à Índia. Dezoito meses de navegação em busca de novos reforços para o mercado de Inverno da liga portuguesa de Cricket. Sim nessa altura existia um mercado florescente de jovens promissores na Índia. Ogre para além de cozinheiro a bordo da caravela Anunciação era também olheiro da equipa Atlético do Cacém Cricket. Assim conseguiria esquecer o seu desgosto amoroso com uma tal de Elsa qualquer coisa, e ainda arranjar uma boas referências para o seu clube. Chega o dia da partida na manhã de 9 de Março, Ogre embarca para a sua viagem (mais importante do que se julga). Ainda não tinham saído a barra, e já Ogre havia preparado um belo de um frapé de cenoura (atenção que isto está escrito com pronuncia francesa), uma bavaroise de bacalhau e para a sobremesa um pudim de cavala, belo repasto para iniciar uma grande viagem. Terá sido aqui que começou a desenhar-se o desfecho desta viagem, Pedro Álvares nunca aguentou muito bem os “frapés de cenoura” e dizem as más línguas que ao passar Vila Nova de Mil Fontes terá virado à direita no segundo cruzamento depois da rotunda, a sua tripulação toda ela formada pelos melhores pasteleiros de Lisboa, não reparou nas tabuletas, fazendo com que a Caravela apanha-se a auto estrada para Fortaleza. Como devem imaginar as estradas na altura não eram como agora, só existia uma entrada e uma saída, como tal lá tiveram quer seguir até ao fim da auto-estrada para puderem fazer inversão de marcha.

Depois de tantos dias no mar e finalmente com terra à vista, os marinheiros queriam agora desentorpecer as pernas, e resolveram parar para beber um choppinho gelado. Estava Ogre sentado na esplanada “Maracanã” quando reparou num estranho desporto que os nativos praticavam na praia, era estranho como eles corriam atrás de um coco e o chutavam com os pés pelo meio de dois montinhos de areia, cada vez que o coco passava pelos montes gritavam golo! Estranho aquele desporto, mas fascinou o nosso herói, de tal forma que resolver pegar em 22 escravos e embarca-los para Portugal, entre eles um tal de Romário. Iria tentar lançar este desporto na Europa, faltava agora um nome, que fosse apelativo e ao mesmo tempo viril, a bordo da caravela existia muitas vezes a palavra começada por “F”, e existiam muitos homens, logo existiam muitas “bolas”. Ogre pensou então em chamar Fobolas, mas não gostava da entoação, pensou durante dias e tentou várias combinações até chegar ao mítico nome FUTEBOL, que é uma combinação de algo muito simples que tinha ouvido no convés: - Ó cabrão! Ou trabalhas ou Fo**-te as Bolas! Estava descoberto um novo desporto rei, e mais uma vez quem é que o lançou na Europa?! Os portugueses, bem como a via verde, os pastéis de bacalhau e o vinho do Porto! Foi também lançado o mercado negro de jogadores brasileiros a baixo preço nos clubes portugueses, não se esqueçam que o Ogre tinha amigos bem colocados no sindicato dos jogadores de cricket, foi só alterar o nome do sindicato e dar inicio a conversações com alguns dirigentes de clubes de recém criados.
Como vêem uma simples viagem à Índia que deu em engano, contribuiu para a importação do futebol para a Europa.
Portugal sempre na vanguarda do mundo.
Discriminação nas Lojas de Senhoras

Não sou bem-vindo nas lojas de senhoras.
Quando chega a altura em que tenho de oferecer prendas à minha cara-metade é sempre a mesma conversa. Mal ponho os pés em lojas com o nome de “Intimissi” , “osho” ou “Women Secret” sou logo olhado de esguelha. Vejo o olhar de repulsa das mulheres dentro destas lojas e oiço as suas mentes a trabalhar - “Mas o que é que este gajo aqui está a fazer?”, “Deve ser rebarbado!”, “Vem aqui só para espreitar a lingerie” ou “Que gajo tão jeitoso!”. (Esta ultima sou eu a sonhar alto de mais).
O que se passa é mesmo isto: sempre que entro num estabelecimento destes, sinto-me observado, apontado e escorraçado.
Não sei se o mesmo se passa com o resto dos homens, mas é desconfortável! Não me admiro que qualquer dia existam autocolantes na porta destas lojas com a seguinte informação: “Proibida entrada a homens” ou “Nós ficamos cá fora" (com uma fotografia de um homem) assim como fazem com os cães.
Não é justo. Devíamos fazer a mesma coisa quando uma mulher entra por exemplo num stand de automóveis. Vamos olhá-la de cima a baixo, pelo canto do olho a fazer com que se sinta desconfortável. Pensando bem, acho que isto já é feito! Mas isso agora não interessa nada.
Ou as senhoras param com isto ou deixarei de lhes fazer companhia nos provadores.
Quando chega a altura em que tenho de oferecer prendas à minha cara-metade é sempre a mesma conversa. Mal ponho os pés em lojas com o nome de “Intimissi” , “osho” ou “Women Secret” sou logo olhado de esguelha. Vejo o olhar de repulsa das mulheres dentro destas lojas e oiço as suas mentes a trabalhar - “Mas o que é que este gajo aqui está a fazer?”, “Deve ser rebarbado!”, “Vem aqui só para espreitar a lingerie” ou “Que gajo tão jeitoso!”. (Esta ultima sou eu a sonhar alto de mais).
O que se passa é mesmo isto: sempre que entro num estabelecimento destes, sinto-me observado, apontado e escorraçado.
Não sei se o mesmo se passa com o resto dos homens, mas é desconfortável! Não me admiro que qualquer dia existam autocolantes na porta destas lojas com a seguinte informação: “Proibida entrada a homens” ou “Nós ficamos cá fora" (com uma fotografia de um homem) assim como fazem com os cães.
Não é justo. Devíamos fazer a mesma coisa quando uma mulher entra por exemplo num stand de automóveis. Vamos olhá-la de cima a baixo, pelo canto do olho a fazer com que se sinta desconfortável. Pensando bem, acho que isto já é feito! Mas isso agora não interessa nada.
Ou as senhoras param com isto ou deixarei de lhes fazer companhia nos provadores.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Papel Higiénico: Uma lacuna por colmatar

Hoje acordei com duas grandes inquietações.
1ªA tentativa de compreender e enquadrar os conceitos cognitivos apresentados pela corrente weberiana na desconstrução das sociedades pós-modernas.
2ª O papel higiénico.
Penso que face à primeira questão não haverá, neste momento, grandes dúvidas e assim não será necessária uma abordagem mais aprofundada. Mas em relação ao papel higiénico a conversa é outra.
Sempre que me encontro fechado entre aquelas quatro paredes, penso: “Hum! O que é que vou ler hoje?”. E da mesma forma como o pensei, já estou a agarrar num pequeno livro de banda desenhada.
E quando não há livros? Ou pior, quando não há livros de banda desenhada? Esse é para mim o grande flagelo que atormenta as sociedades ocidentais. Vocês não fazem ideia do que sofro com isso, de tal forma que dou por mim a ler o jornal a Dica, a analisar os produtos à venda no Lidl, a ler as composições dos detergentes e as suas formas de utilização ou até mesmo as etiquetas da roupa que tenho vestida. Tenho é que ler qualquer coisa. Se estar sentado naqueles propósitos já é suficientemente deprimente, sem nada para ler, um homem perde toda a sua dignidade.
A solução está no papel higiénico. Já existem tentativas para resolver esta lacuna, pois já vi papel higiénico com poemas. Mas, e agora dirijo-me aos senhores da Renova, Collogar e afins, isto não resolve todos os nossos problemas. Onde é que entra a Mónica, o Cebolinha, o Tio Patinhas e o Donald? Pois é senhores da Renova, e que tal fazer papel higiénico com banda desenhada? Podem ficar descansados, eu ofereço-vos esta ideia, não necessito que paguem direitos de autor, sempre podem enviar um rolo ou outro com as novas historias.
Se estiver enganado, por favor corrijam-me, mas se não estiver, acho que está na hora de lutar pelos nossos direitos. “Eu tenho um sonho”, que daqui a uns anos em todas as casas de banho exista um rolo de papel higiénico de folha dupla, suave e com uma aventura da Turma da Mónica.
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Aos nossos amigos de Fornos de Algodres
Agora que o nosso mui prestigiado blog chega a Fornos de Algodres, há uma questão que me assola há algum tempo e que urge colocar aos nossos amigos Fornenses (está bem dito assim?)
Será que há aí algum Stand de Automóveis chamado ForniCar?
Vamos embora A. D. F. A.!
Será que há aí algum Stand de Automóveis chamado ForniCar?
Vamos embora A. D. F. A.!
Etiqueta nas filas do supermercado
Como frequentador assíduo se mini, super e hipermercados, há coisas que me fazem espécie. Uma é o facto de acontecer sempre alguma coisa com o último artigo que a pessoa que está à minha frente pretende adquirir. Ou o código de barras não passa, ou o preço está errado ou então é o cartão multibanco que não passa. Isto é sempre!
Mas hoje vou lançar aqui uma interessante teoria comportamental do ser humano e dissertar sobre a barra do "Cliente Seguinte/Caixa Fechada". Para quem não sabe o que é (ou porque virou eremita, ou porque compra tudo online), são uns objectos plásticos, em forma de barra "Toblerone" com as inscrições "Cliente Seguinte" numa face e "Caixa Fechada" noutra.
Eu compreendo a necessidade de usar a barra quando são as chamadas compras do mês, agora quando podíamos estar na "caixa até 10 unidades"... É assim tão difícil controlar 10 unidades? E porquê a urgência muitas vezes violenta?
Normalmente as velhotas são as piores. Há uma clara fobia em aproximar demasiado as compras alheias na passadeira rolante. Por breves instantes esquecem as artroses e os bicos de papagaio e lançam-se furiosamente para marcarem o território e porem a salvo os seus 4 artigos.
Será que se os meus papo-secos estiverem demasiado perto das "Tena Pants" dela podem danificar-lhes as fraldas?
Não bastava, talvez, olhar para as compras, à medida que vão passando e dizer (caso a senhora da caixa ignore os 50 cm's de vazio entre artigos) "isso já não é!"
Será que se a senhora que está na caixa passar um artigo meu enquanto regista as compras da pessoa que está à minha frente isso é irreversível? Ela tem de o pagar? Se sim, e sendo o artigo meu, tenho direito a levá-lo na mesma?
Tendo eu prateleiras e prateleiras com rabanetes e pêssegos em calda será que tenho necessidade de roubar os que estão na passadeira rolante à minha frente?
Não haverá aqui algum, digamos, excesso de zelo?
Mas tendo em conta que indepententemente da idade, sexo, extracto social ou zona geográfica a reacção obsessiva é sempre a mesma, será que sou eu que estou errado? Quanto espaço devo deixar entre compras? Devo esperar algum tempo antes de tomar a iniciativa de colocar a barra a separar as compras?
Espero que a Paula Bobone dos hipermercados leia este post e me aulixie a resolver esta dúvida existencial.
Mas hoje vou lançar aqui uma interessante teoria comportamental do ser humano e dissertar sobre a barra do "Cliente Seguinte/Caixa Fechada". Para quem não sabe o que é (ou porque virou eremita, ou porque compra tudo online), são uns objectos plásticos, em forma de barra "Toblerone" com as inscrições "Cliente Seguinte" numa face e "Caixa Fechada" noutra.
Eu compreendo a necessidade de usar a barra quando são as chamadas compras do mês, agora quando podíamos estar na "caixa até 10 unidades"... É assim tão difícil controlar 10 unidades? E porquê a urgência muitas vezes violenta?
Normalmente as velhotas são as piores. Há uma clara fobia em aproximar demasiado as compras alheias na passadeira rolante. Por breves instantes esquecem as artroses e os bicos de papagaio e lançam-se furiosamente para marcarem o território e porem a salvo os seus 4 artigos.
Será que se os meus papo-secos estiverem demasiado perto das "Tena Pants" dela podem danificar-lhes as fraldas?
Não bastava, talvez, olhar para as compras, à medida que vão passando e dizer (caso a senhora da caixa ignore os 50 cm's de vazio entre artigos) "isso já não é!"
Será que se a senhora que está na caixa passar um artigo meu enquanto regista as compras da pessoa que está à minha frente isso é irreversível? Ela tem de o pagar? Se sim, e sendo o artigo meu, tenho direito a levá-lo na mesma?
Tendo eu prateleiras e prateleiras com rabanetes e pêssegos em calda será que tenho necessidade de roubar os que estão na passadeira rolante à minha frente?
Não haverá aqui algum, digamos, excesso de zelo?
Mas tendo em conta que indepententemente da idade, sexo, extracto social ou zona geográfica a reacção obsessiva é sempre a mesma, será que sou eu que estou errado? Quanto espaço devo deixar entre compras? Devo esperar algum tempo antes de tomar a iniciativa de colocar a barra a separar as compras?
Espero que a Paula Bobone dos hipermercados leia este post e me aulixie a resolver esta dúvida existencial.
Big Al's Society
O
Ando há muito tempo para escrever sobre algo que me atormenta as noites, não! Não são as corujas no telhado. A invenção do tampão!
Quantas moças já casaram julgando estarem virgens? E homens? Que julgavam estar a casar com moças 0 km’s? Pois eu próprio penso nesse veneno da sociedade e acho que esse “pequeno” objecto está a denegrir a verdade do casamento. Ora juntemos os factos, uma moça que insere tal matéria estranha no interior do seu corpo, irá certamente estranhar e irá gostar ou detestar, certo? Logo aqui surge o primeiro pontapé nos bons costumes. Como perguntam vocês. COMO? Eu explico: A moça que não goste, é imediatamente perdida para o lesbianismo, se não gosta de algo de tamanho tão reduzido como irá gostar de algo ligeiramente maior com o mesmo formato? A que gosta, irá tentar encontrar algo maior, algo que produza um efeito de maior prazer, estamos a falar de uma vassoura, um comando de televisão ou até mesmo uma lata de Coca-Cola, se estes artefactos não tiram a virgindade a uma mulher o que tira então? Eu sempre acreditei que a mulher seria virgem até que fosse penetrada, a inserção de um tampão não conta? Quer dizer que se assaltarmos uma mercearia e roubar-mos um sumo para beber, não nos podem prender, porque apenas roubámos porque tínhamos sede. Certo? Depois vêm as mulheres dizer “-…. À e tal, isso não têm nada haver….” À não!??! Então, e o facto de existir o envolvimento de um dedito ou dois é meramente acidental? Ops sem querer toquei no órgão com mais terminações nervosas do meu corpo e gostei e repeti o movimento vezes sem conta só para confirmar que o referido objecto estava bem posto. Como vêm meus amigos, eu em meia dúzia de linhas alertei-vos para algo que se pode estar a passar bem debaixo dos vossos narizes, e, ao qual nós infelizmente não podemos confrontar, porquê? Porque a sociedade sobe de forma bem discreta camuflar a primeira forma de infidelidade e mentira do casamento. Como tal amigos e leitores acho que chegou a hora de impor e quiçá criar o movimento de boicote aos tampões femininos. Pelo menos às jovens lolitas.
Como devem imaginar isto é um texto de pura ficção, não tenho nada contra os referidos objectos até porque não influenciam a minha vida pessoal.
FORÇA ADFA
Consegue alguém explicar isto??!!
Às vezes acontecem-me coisas, que me fazem questionar sobre toda a organização do ser humano, sobre a criação do mundo e se existe realmente ligação directa entre algumas coisas que aparentemente nada têm a ver uma com a outra.
Tudo acontece sempre que me sento no chamado trono de porcelana, um dos locais que frequento com maior assiduidade diariamente, onde me sinto verdadeiramente bem e consigo tirar partido de todas as energias do meu corpo. Isto não me aconteceu uma nem duas vezes, acontece-me sempre, ou melhor, sempre que estou constipado, engripado, resfriado ou coisa do género.
Tudo se dá quando estou a construir um monumento, ou melhor, quando estou a realizar uma necessidade fisiológica nº2(é aquela que na maior parte das vezes é sólida).Estou muito bem a fazer a coisa, não é? Ali metido comigo mesmo, num momento claro de simbiose entre corpo e mente, quando parece que tudo terminou, ou seja, aparentemente estou satisfeito e estou pronto a limpar o que fiz e voltar para o mundo real, nisto sinto vontade de me assoar(conforme expliquei, este fenómeno só se dá quando tenho as fossas nasais alagadas em muco verde/amarelo), aproveito o facto de ter a meu lado, espetado na parede, um belo mecanismo de rola e corte de papel higiénico, para assim sacar cá para fora a ranhoca...e surpreendam-se!!!Então não é que o animal que eu tinha amansado e adormecido volta a entrar em ebulição e aquilo que eu estava, à minutos, pronto a limpar ia começar novamente a mandar a sua fúria cá para fora.
É verdade!!Isto acontece-me sempre que estou na casa-de-banho a "fazer o serviço" e me meto a assoar o nariz.É veridico!Acontece mesmo...estou eu todo lampeiro a pensar que o serviço terminou ali...e PUMBA!!!Assim que meto o papel no raio do nariz...lá volta o intestino a mandar a sua raiva cá para fora.
Será que só acontece comigo?Serei normal?Estarão os intestinos ligados às nossas cavidades nasais?Estaremos perante mais uma grande descoberta no campo da saúde e do corpo humano?Estarei eu a ficar louco?Virei com defeito?
A sério, preciso de respostas para isto, pois acredito mesmo que estamos perante um dos mais fascinentes fenómenos da nossa Mãe Natureza. Se isto, por acaso acontece com mais alguém, que sejam rápidos a avisar o staff deste blog, pois poderemos estar perante um futuro...quiça...nobel??!!!!
Tudo acontece sempre que me sento no chamado trono de porcelana, um dos locais que frequento com maior assiduidade diariamente, onde me sinto verdadeiramente bem e consigo tirar partido de todas as energias do meu corpo. Isto não me aconteceu uma nem duas vezes, acontece-me sempre, ou melhor, sempre que estou constipado, engripado, resfriado ou coisa do género.
Tudo se dá quando estou a construir um monumento, ou melhor, quando estou a realizar uma necessidade fisiológica nº2(é aquela que na maior parte das vezes é sólida).Estou muito bem a fazer a coisa, não é? Ali metido comigo mesmo, num momento claro de simbiose entre corpo e mente, quando parece que tudo terminou, ou seja, aparentemente estou satisfeito e estou pronto a limpar o que fiz e voltar para o mundo real, nisto sinto vontade de me assoar(conforme expliquei, este fenómeno só se dá quando tenho as fossas nasais alagadas em muco verde/amarelo), aproveito o facto de ter a meu lado, espetado na parede, um belo mecanismo de rola e corte de papel higiénico, para assim sacar cá para fora a ranhoca...e surpreendam-se!!!Então não é que o animal que eu tinha amansado e adormecido volta a entrar em ebulição e aquilo que eu estava, à minutos, pronto a limpar ia começar novamente a mandar a sua fúria cá para fora.
É verdade!!Isto acontece-me sempre que estou na casa-de-banho a "fazer o serviço" e me meto a assoar o nariz.É veridico!Acontece mesmo...estou eu todo lampeiro a pensar que o serviço terminou ali...e PUMBA!!!Assim que meto o papel no raio do nariz...lá volta o intestino a mandar a sua raiva cá para fora.
Será que só acontece comigo?Serei normal?Estarão os intestinos ligados às nossas cavidades nasais?Estaremos perante mais uma grande descoberta no campo da saúde e do corpo humano?Estarei eu a ficar louco?Virei com defeito?
A sério, preciso de respostas para isto, pois acredito mesmo que estamos perante um dos mais fascinentes fenómenos da nossa Mãe Natureza. Se isto, por acaso acontece com mais alguém, que sejam rápidos a avisar o staff deste blog, pois poderemos estar perante um futuro...quiça...nobel??!!!!
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Algo doce... mas podia ser diferente

Assim começamos o novo ano, com as velhas piadas..."eh pá já não te via desde o ano passado ehehe"...mas nem dou a devida atenção a isso, pois ainda vivo com a cabeça no Natal.
Este ano parei para pensar um pouco sobre uma prenda que recebo sempre, quer eu, quer aqueles que me rodeiam, não estou a falar dos trusses, dos peúgos nem dos pijamas, pois estes três eu gosto muito de receber e Natal sem eles não é natal ponto final.
Falo dos chocolates, sim dos chocolates que me resolvem dar no Natal, ou melhor, da marca de chocolates que resolvem oferecer, que basicamente são sempre os mesmo...os sacanas dos Ferrero Rocher!!! Será que não há mais chocolates para comprar?será que só os anuncios deste é que passam?Todos os anos chovem ferrero rocher no meu sapatinho, não é que eu não goste, porque gosto, mas chiça será que só aquelas caixas é que vendem? será que todos os anos as pessoas passam por elas nos supermercados e pensam "olha, estas caixas de plástico transparente, com estes bombons em papel prata dourado com um papelhucho castanho por baixo, olha que giros e originais...devem ser bons!"
Todos os anos os mesmos chocolates, e olha que desde já vos digo que não é por falta de variedade, pois a industria dos chocolates e bonbons está cada vez mais forte, eu sei porque posso ir ao supermercado todos os dias e se tiver que comprar um chocolate ou bombom todos os dias, garanto-vos que nunca repito um que seja.
A sério, eu até gosto dos sacanas dos bonbons, mas todos os anos igual sabendo que existem trufas de marzipan, recheios de laranja, baunilha, morango, tabletes de tudo o que é sabor!!! Por favor, tentem ser mais criativos, eu sei que os papeluchos dourados causam uma vistaça doida, que aquela caixa de plástico é um mimo para levar à mesa quando se tem visitas em casa, mas por amor da Santa, se me estão a oferecer chocolates a mim como prenda de Natal eu quero lá saber das visitas... por isso até podem vir numa caixa de cartolina roxa, desde que tenham 24 sabores e texturas diferentes!!!
Nota de rodapé para os nossos leitores que trabalham na Ferrero: Nada contra os chocolates em questão, nem contra a ferrero, pois até gosto do anuncio do motorista e da senhora, muito giro, esta é apenas uma mensagem para as pessoas que oferecem os chocolates mais nada
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Tudo de Bom! (ou talvez não)
Tenho dificuldade em compreender alguns rituais do ser humano e o ritual que caracteriza a passagem de ano é para mim um mistério maior. Se analisarmos, de uma forma global, festejar a passagem de ano não tem nada de extraordinário. É uma festa que sepulta o ano anterior e celebra a chegada do novo. Mas quando analisado em pormenor, tudo muda de figura, senão vejamos:
Seja em casa, na rua, no hotel ou na discoteca, quando faltam 10 minutos para a meia noite é o stress total, a confusão e o caos. Começa a guerra pela garrafa do champanhe, retirar o arame que segura a rolha da garrafa (e havia tanto para falar sobre esse arame), contar as 12 passas, pensar nos desejos, arranjar uma cadeira para saltar, tudo enquanto se controla o relógio. Meu Deus! É o fim do mundo em cuecas.
Chega a meia noite, ou as várias meias noites (depende do canal que estejamos a ver) e é o descalabro, num espaço de segundos subimos à cadeira, tiramos uma nota da carteira, comemos as doze passas, pedimos os desejos enquanto temos o telemóvel na outra mão para ligar aos familiares, mesmo que a rede esteja congestionada, nunca desistimos, batemos os tachos, saltamos com o pé direito enquanto tentamos ver o fogo de artificio e brindamos com champanhe todos os que nos rodeiam... Enfim, só visto, tantos milhares de anos de evolução para isto.
Mas o que me deixou mais preocupado este ano foi perceber que em Portugal acabou a esperança. As pessoas já não sabem para onde se podem virar, é a desolação total. E porque é que eu digo isto?
A frase mais ouvida na televisão este ano foi: “Este ano desejo tudo de bom!”.
Meus amigos, tudo de bom! Já nem sabemos o que queremos que melhore, tem mesmo que ser tudo. Sei lá, podiam dizer, “Este ano desejo melhoras na educação” ou “ Este ano desejo que o bacalhau da consoada não esteja tão salgado”, mas não, tem de ser TUDO, “tudo de bom”.
O meu desejo para este ano, é que no final do mesmo as pessoas já só digam “ este ano desejo metade de bom” ou pelo menos “um terço de bom”.
Seja em casa, na rua, no hotel ou na discoteca, quando faltam 10 minutos para a meia noite é o stress total, a confusão e o caos. Começa a guerra pela garrafa do champanhe, retirar o arame que segura a rolha da garrafa (e havia tanto para falar sobre esse arame), contar as 12 passas, pensar nos desejos, arranjar uma cadeira para saltar, tudo enquanto se controla o relógio. Meu Deus! É o fim do mundo em cuecas.
Chega a meia noite, ou as várias meias noites (depende do canal que estejamos a ver) e é o descalabro, num espaço de segundos subimos à cadeira, tiramos uma nota da carteira, comemos as doze passas, pedimos os desejos enquanto temos o telemóvel na outra mão para ligar aos familiares, mesmo que a rede esteja congestionada, nunca desistimos, batemos os tachos, saltamos com o pé direito enquanto tentamos ver o fogo de artificio e brindamos com champanhe todos os que nos rodeiam... Enfim, só visto, tantos milhares de anos de evolução para isto.
Mas o que me deixou mais preocupado este ano foi perceber que em Portugal acabou a esperança. As pessoas já não sabem para onde se podem virar, é a desolação total. E porque é que eu digo isto?
A frase mais ouvida na televisão este ano foi: “Este ano desejo tudo de bom!”.
Meus amigos, tudo de bom! Já nem sabemos o que queremos que melhore, tem mesmo que ser tudo. Sei lá, podiam dizer, “Este ano desejo melhoras na educação” ou “ Este ano desejo que o bacalhau da consoada não esteja tão salgado”, mas não, tem de ser TUDO, “tudo de bom”.
O meu desejo para este ano, é que no final do mesmo as pessoas já só digam “ este ano desejo metade de bom” ou pelo menos “um terço de bom”.
Bom ano e tudo de bom.
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